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A sustentação logística de forças conjuntas no teatro de operações

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente Trabalho de Investigação Individual (TII) aborda o desenvolvimento da capacidade de um Joint Logístic Support Group Headquarters (JLSG HQ) em Portugal, em conformidade com os objetivos estabelecidos entre Portugal e a North Atlantic Treaty Organization (NATO). Discute-se a importância deste desenvolvimento não apenas para cumprir compromissos internacionais, mas também para colmatar lacunas a nível nacional no sistema de sustentação logística conjunta da Força de Reação Imediata (FRI). No contexto atual, as Forças Armadas (FFAA) portuguesas encontram-se em fase de discussão e implementação do Agrupamento Logístico Conjunto (ALC), aguardando a aprovação dos quadros orgânicos de pessoal e o alinhamento da proposta da Diretiva Operacional (DIROP) do ALC com os ramos. O estudo procurou identificar modelos alternativos de sustentação logística conjunta, utilizando uma estratégia qualitativa, raciocínio dedutivo e comparativa entre os modelos de Portugal, Espanha, grupo de países V4 Visegrád e Canadá. Através de revisão bibliográfica e entrevistas semiestruturadas com especialistas, foram identificados os fatores mais valorizados e as fragilidades do modelo proposto. Conclui-se que o modelo proposto do ALC, com uma abordagem centralizadora e integradora, é o mais equilibrado, propondo melhorias e ajustes necessários para otimizar o modelo de sustentação logística de forças conjuntas.
Autores principais:Brito, Rodrigo Garcia Gonçalves
Assunto:Sustentação logística Logística conjunta Agrupamento logístico conjunto Forças conjuntas Logistics support Joint logistics Joint logistics group Joint forces
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Universitário Militar
Idioma:português
Origem:Instituto Universitário Militar
Descrição
Resumo:O presente Trabalho de Investigação Individual (TII) aborda o desenvolvimento da capacidade de um Joint Logístic Support Group Headquarters (JLSG HQ) em Portugal, em conformidade com os objetivos estabelecidos entre Portugal e a North Atlantic Treaty Organization (NATO). Discute-se a importância deste desenvolvimento não apenas para cumprir compromissos internacionais, mas também para colmatar lacunas a nível nacional no sistema de sustentação logística conjunta da Força de Reação Imediata (FRI). No contexto atual, as Forças Armadas (FFAA) portuguesas encontram-se em fase de discussão e implementação do Agrupamento Logístico Conjunto (ALC), aguardando a aprovação dos quadros orgânicos de pessoal e o alinhamento da proposta da Diretiva Operacional (DIROP) do ALC com os ramos. O estudo procurou identificar modelos alternativos de sustentação logística conjunta, utilizando uma estratégia qualitativa, raciocínio dedutivo e comparativa entre os modelos de Portugal, Espanha, grupo de países V4 Visegrád e Canadá. Através de revisão bibliográfica e entrevistas semiestruturadas com especialistas, foram identificados os fatores mais valorizados e as fragilidades do modelo proposto. Conclui-se que o modelo proposto do ALC, com uma abordagem centralizadora e integradora, é o mais equilibrado, propondo melhorias e ajustes necessários para otimizar o modelo de sustentação logística de forças conjuntas.