Publicação
Efeito da pandemia COVID-19 nas metodologias de trabalho da Força Aérea
| Resumo: | O governo português, no contexto das medidas extraordinárias de contenção e mitigação da pandemia COVID-19 implementadas em diversos países, e na sequência da implementação do primeiro estado de emergência, estabeleceu o regime de teletrabalho obrigatório, sempre que as funções em causa o permitissem. A Força Aérea adotou medidas específicas de contingência introduzindo, em março de 2020, o regime de exercício de funções com recurso às tecnologias de informação a partir do seu domicílio para o pessoal militar. O presente estudo, assente num raciocínio indutivo, alicerçado numa estratégia de investigação quantitativa com reforço qualitativo e baseado num estudo de caso como desenho de pesquisa, pretende avaliar a viabilidade do teletrabalho como metodologia de trabalho na Força Aérea. Os resultados obtidos, recolhidos a partir de um questionário respondido por 520 militares e de entrevistas aos comandantes funcionais e comandantes de Grupo de Apoio da Força Aérea, permitiram apurar que a perceção dos militares, incluindo as suas chefias, sobre o teletrabalho, é muito positiva, e a sua adoção é considerada aceitável, embora parcialmente adequada e praticável, concluindo-se, portanto, que esta é uma metodologia de trabalho viável na Força Aérea mediante a observância de determinados pressupostos. |
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| Autores principais: | Manso, Otília Margarida Rodrigues |
| Assunto: | Metodologias de trabalho Pandemia COVID-19 Teletrabalho Força Aérea Work Methodologies Telework COVID-19 Pandemic Air Force |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Universitário Militar |
| Idioma: | português |
| Origem: | Instituto Universitário Militar |
| Resumo: | O governo português, no contexto das medidas extraordinárias de contenção e mitigação da pandemia COVID-19 implementadas em diversos países, e na sequência da implementação do primeiro estado de emergência, estabeleceu o regime de teletrabalho obrigatório, sempre que as funções em causa o permitissem. A Força Aérea adotou medidas específicas de contingência introduzindo, em março de 2020, o regime de exercício de funções com recurso às tecnologias de informação a partir do seu domicílio para o pessoal militar. O presente estudo, assente num raciocínio indutivo, alicerçado numa estratégia de investigação quantitativa com reforço qualitativo e baseado num estudo de caso como desenho de pesquisa, pretende avaliar a viabilidade do teletrabalho como metodologia de trabalho na Força Aérea. Os resultados obtidos, recolhidos a partir de um questionário respondido por 520 militares e de entrevistas aos comandantes funcionais e comandantes de Grupo de Apoio da Força Aérea, permitiram apurar que a perceção dos militares, incluindo as suas chefias, sobre o teletrabalho, é muito positiva, e a sua adoção é considerada aceitável, embora parcialmente adequada e praticável, concluindo-se, portanto, que esta é uma metodologia de trabalho viável na Força Aérea mediante a observância de determinados pressupostos. |
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