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As valências da Guarda Nacional Republicana em ação policial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:mento, ou mesmo, a simples ocorrência de crimes contra o Estado e, em particular, dentro destes, a desobediência e a resistência e coação sobre funcionário é preocupante, carecendo de reflexão direcionada. Pretende-se estudar o assunto, de dentro para fora da instituição, procurando perceber como pode ser otimizado um Modelo de Intervenção Policial (MIP), que esteja norteado para favorecer a relação entre o militar da GNR e o cidadão e concomitantemente seja transversal a todas as valências da GNR em ação policial. A investigação em termos metodológicos, seguiu um procedimento ontológico, construtivista e epistemológico interpretativista. Recorreu-se ao raciocínio indutivo, utilizando uma estratégia qualitativa e um desenho de estudo de caso. A técnica de recolha de dados utilizada, baseou-se em entrevistas semiestruturadas, dirigidas a dez especialistas na área. Compreende-se que o paradigma de intervenção que deve nortear a relação com o cidadão, por um lado, passa por perceber que a mesma influencia o desfecho da ocorrência, por outro, que existe a necessidade de reforçar/atualizar, desde já, o quadro de referenciais de curso. É possível depreender, que através do investimento no capital humano da instituição, poder-se-á conferir o conjunto de competências/habilidades, que permitam uma melhor gestão das situações.
Autores principais:Oliveira, Pedro Emílio da Silva
Assunto:Relação militar-cidadão Modelo de intervenção policial Ação policial Relationship military-citizen Police intervention mode Police action GNR
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Universitário Militar
Idioma:português
Origem:Instituto Universitário Militar
Descrição
Resumo:mento, ou mesmo, a simples ocorrência de crimes contra o Estado e, em particular, dentro destes, a desobediência e a resistência e coação sobre funcionário é preocupante, carecendo de reflexão direcionada. Pretende-se estudar o assunto, de dentro para fora da instituição, procurando perceber como pode ser otimizado um Modelo de Intervenção Policial (MIP), que esteja norteado para favorecer a relação entre o militar da GNR e o cidadão e concomitantemente seja transversal a todas as valências da GNR em ação policial. A investigação em termos metodológicos, seguiu um procedimento ontológico, construtivista e epistemológico interpretativista. Recorreu-se ao raciocínio indutivo, utilizando uma estratégia qualitativa e um desenho de estudo de caso. A técnica de recolha de dados utilizada, baseou-se em entrevistas semiestruturadas, dirigidas a dez especialistas na área. Compreende-se que o paradigma de intervenção que deve nortear a relação com o cidadão, por um lado, passa por perceber que a mesma influencia o desfecho da ocorrência, por outro, que existe a necessidade de reforçar/atualizar, desde já, o quadro de referenciais de curso. É possível depreender, que através do investimento no capital humano da instituição, poder-se-á conferir o conjunto de competências/habilidades, que permitam uma melhor gestão das situações.