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A prevenção e o combate às ameaças híbridas: impacto para as Forças Armadas Portuguesas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nos últimos anos, com a contenção das guerras interestatais convencionais, a emergência de novas ameaças transnacionais e a informatização da vida moderna têm conduzido a sociedade a um diferente paradigma civilizacional, onde as ameaças híbridas surgem como um dos principais desafios securitários e militares, que exige uma resposta cooperativa e integrada de toda a sociedade. Neste contexto, o objetivo desta investigação consiste em propor linhas de ação para o combate às ameaças híbridas, ao nível das Forças Armadas Portuguesas e encontra-se alicerçado em três objetivos específicos, que passam por analisar: o papel do Instrumento de Poder Militar; as linhas de orientação Estratégicas da União Europeia e da Organização do Tratado do Atlântico Norte; e as capacidades das Forças Armadas para o combate às ameaças híbridas. Adotou-se uma investigação baseada num raciocínio indutivo, apoiada numa estratégia de investigação qualitativa e num desenho de pesquisa de estudo de caso. Como técnicas de recolha de dados, recorreu-se à análise documental e a entrevistas semiestruturadas. Como principais resultados, releva-se a proposta de doze linhas de ação que visam constituir-se como os elementos orientadores para o processo de alinhamento de uma estratégia futura, e um contributo para a clareza conceptual e compreensão das ameaças híbridas.
Autores principais:Alves, Artur José Figueiredo Mariano
Assunto:Guerra híbrida Ameaça híbrida Combate às ameaças híbridas Hybrid war Hybrid threats Counter hybrid threats
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Universitário Militar
Idioma:português
Origem:Instituto Universitário Militar
Descrição
Resumo:Nos últimos anos, com a contenção das guerras interestatais convencionais, a emergência de novas ameaças transnacionais e a informatização da vida moderna têm conduzido a sociedade a um diferente paradigma civilizacional, onde as ameaças híbridas surgem como um dos principais desafios securitários e militares, que exige uma resposta cooperativa e integrada de toda a sociedade. Neste contexto, o objetivo desta investigação consiste em propor linhas de ação para o combate às ameaças híbridas, ao nível das Forças Armadas Portuguesas e encontra-se alicerçado em três objetivos específicos, que passam por analisar: o papel do Instrumento de Poder Militar; as linhas de orientação Estratégicas da União Europeia e da Organização do Tratado do Atlântico Norte; e as capacidades das Forças Armadas para o combate às ameaças híbridas. Adotou-se uma investigação baseada num raciocínio indutivo, apoiada numa estratégia de investigação qualitativa e num desenho de pesquisa de estudo de caso. Como técnicas de recolha de dados, recorreu-se à análise documental e a entrevistas semiestruturadas. Como principais resultados, releva-se a proposta de doze linhas de ação que visam constituir-se como os elementos orientadores para o processo de alinhamento de uma estratégia futura, e um contributo para a clareza conceptual e compreensão das ameaças híbridas.