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Edificação da capacidade conjunta Military Public Affairs: contributos para o vetor organização

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nos últimos dez anos, a Organização Atlântica tem dedicado especial atenção à sua Comunicação Estratégica. Por um lado, impulsionada pelas lições aprendidas em operações e por outro, considerando a imperativa necessidade de adaptação às mudanças no cenário geopolítico, particularmente na Europa. Neste âmbito da comunicação, importa destacar a crescente importância das Relações Públicas Militares, que terá conduzido inclusivamente Portugal a assumir a responsabilidade de desenvolver esta capacidade conjunta. Perante esta conjuntura de compromisso e utilidade, a investigação procura contribuir para a edificação da capacidade conjunta de Relações Públicas Militares, no âmbito das Forças Armadas portuguesas, apontando prioridades a considerar, especialmente no que concerne ao vetor “Organização”. Seguindo um raciocínio indutivo e uma estratégia de investigação qualitativa, desenvolveu-se um estudo de caso, com recurso a técnicas de análise documental e entrevistas semiestruturadas a um conjunto de especialistas, com o objetivo de identificar oportunidades e vulnerabilidades durante o respetivo processo de edificação. Conclui-se pela importância da atualização e robustecimento das Relações Públicas Militares para cumprir os compromissos de defesa e segurança da NATO, especialmente em termos de investimento em capacidades que apoiam diretamente as operações militares e a comunicação estratégica, devendo ser uma prioridade para as Forças Armadas portuguesas.
Autores principais:Borges, Ricardo Nuno Pires
Assunto:NATO Relações Públicas Militares Capacidade conjunta Military Public Affairs Joint Capability
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Universitário Militar
Idioma:português
Origem:Instituto Universitário Militar
Descrição
Resumo:Nos últimos dez anos, a Organização Atlântica tem dedicado especial atenção à sua Comunicação Estratégica. Por um lado, impulsionada pelas lições aprendidas em operações e por outro, considerando a imperativa necessidade de adaptação às mudanças no cenário geopolítico, particularmente na Europa. Neste âmbito da comunicação, importa destacar a crescente importância das Relações Públicas Militares, que terá conduzido inclusivamente Portugal a assumir a responsabilidade de desenvolver esta capacidade conjunta. Perante esta conjuntura de compromisso e utilidade, a investigação procura contribuir para a edificação da capacidade conjunta de Relações Públicas Militares, no âmbito das Forças Armadas portuguesas, apontando prioridades a considerar, especialmente no que concerne ao vetor “Organização”. Seguindo um raciocínio indutivo e uma estratégia de investigação qualitativa, desenvolveu-se um estudo de caso, com recurso a técnicas de análise documental e entrevistas semiestruturadas a um conjunto de especialistas, com o objetivo de identificar oportunidades e vulnerabilidades durante o respetivo processo de edificação. Conclui-se pela importância da atualização e robustecimento das Relações Públicas Militares para cumprir os compromissos de defesa e segurança da NATO, especialmente em termos de investimento em capacidades que apoiam diretamente as operações militares e a comunicação estratégica, devendo ser uma prioridade para as Forças Armadas portuguesas.