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A criação do nível operacional na GNR

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente investigação, desenvolvida no âmbito do Curso de Estado-Maior Conjunto 2018-19, tem como objetivo geral a criação de uma proposta de alteração ao modelo de planeamento operacional da GNR, através da criação de um novo modelo assente nos princípios da doutrina da NATO. Assente numa estratégia de investigação qualitativa, apoiada num raciocínio crítico, direcionou-se o estudo para as bases do planeamento militar, latu sensu, através da análise dos modelos existentes na NATO, na ONU e na EUROGENDFOR, onde identificámos os vários patamares de planeamento e as responsabilidades inerentes a cada um deles. Do estudo do atual modelo de planeamento utilizado na GNR, efetuado através da observação de dados recolhidos quer por entrevistas quer por análise bibliográfica, e da sua confrontação com o modelo utilizado pela NATO, surgiu uma proposta, passível de ser implementada na Guarda e cujos princípios são interoperáveis com outras instituições militares. Como resultado final apresentamos um conjunto de recomendações, desenvolvidas numa base ternária: legal, doutrinária e empírica; que nos permitiram concluir que a criação do nível operacional na GNR, numa aproximação ao conceito do nível operacional da NATO constitui um importante passo na melhoria do processo de planeamento da maior Força de Segurança do País.
Autores principais:Janeiro, João Manuel Sena
Assunto:GNR NATO Planeamento operacional Operational planning
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Universitário Militar
Idioma:português
Origem:Instituto Universitário Militar
Descrição
Resumo:A presente investigação, desenvolvida no âmbito do Curso de Estado-Maior Conjunto 2018-19, tem como objetivo geral a criação de uma proposta de alteração ao modelo de planeamento operacional da GNR, através da criação de um novo modelo assente nos princípios da doutrina da NATO. Assente numa estratégia de investigação qualitativa, apoiada num raciocínio crítico, direcionou-se o estudo para as bases do planeamento militar, latu sensu, através da análise dos modelos existentes na NATO, na ONU e na EUROGENDFOR, onde identificámos os vários patamares de planeamento e as responsabilidades inerentes a cada um deles. Do estudo do atual modelo de planeamento utilizado na GNR, efetuado através da observação de dados recolhidos quer por entrevistas quer por análise bibliográfica, e da sua confrontação com o modelo utilizado pela NATO, surgiu uma proposta, passível de ser implementada na Guarda e cujos princípios são interoperáveis com outras instituições militares. Como resultado final apresentamos um conjunto de recomendações, desenvolvidas numa base ternária: legal, doutrinária e empírica; que nos permitiram concluir que a criação do nível operacional na GNR, numa aproximação ao conceito do nível operacional da NATO constitui um importante passo na melhoria do processo de planeamento da maior Força de Segurança do País.