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A arte dramática na literatura portuguesa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A morigeração dos costumes fez surgir na Grécia um pensador, Esopo, o qual, em textos breves, enunciava lições que, tendo como personagens, em geral, animais ou seres inanimados, objectivaram o comportamento negativo do homem, servindo de exemplo e concretizando, assim, a sua correcção. As fábulas podem, pois, considerar-se modelares para a moralização nesses tempos remotos. Entre os Romanos, Fedro aproveita a mensagem didáctica de Esopo e, como eles, ao longo dos séculos, proliferaram escritores que em tais textos encontram sugestão para concretizar a doutrina moral. Neste conjunto, na Idade Média, refira-se o Livro de Esopo ou Esopete cujos textos formados de uma parte narrativa e da conclusão moral, o epímitio, devem ter proveniência latina. Tal como Fedro, também, na Idade Média, se procura moralizar com uma produção literária animalista “Boosco deleytoso”, “horto do Esposo”, animizando os próprios animais para conseguir tal objectivo. 
Autores principais:Carriço, Lilaz dos Santos
Assunto:Articles
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Millenium
Descrição
Resumo:A morigeração dos costumes fez surgir na Grécia um pensador, Esopo, o qual, em textos breves, enunciava lições que, tendo como personagens, em geral, animais ou seres inanimados, objectivaram o comportamento negativo do homem, servindo de exemplo e concretizando, assim, a sua correcção. As fábulas podem, pois, considerar-se modelares para a moralização nesses tempos remotos. Entre os Romanos, Fedro aproveita a mensagem didáctica de Esopo e, como eles, ao longo dos séculos, proliferaram escritores que em tais textos encontram sugestão para concretizar a doutrina moral. Neste conjunto, na Idade Média, refira-se o Livro de Esopo ou Esopete cujos textos formados de uma parte narrativa e da conclusão moral, o epímitio, devem ter proveniência latina. Tal como Fedro, também, na Idade Média, se procura moralizar com uma produção literária animalista “Boosco deleytoso”, “horto do Esposo”, animizando os próprios animais para conseguir tal objectivo.