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Competências emocionais de enfermeiros no contexto da supervisão clínica de pares: scoping review

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: A supervisão clínica em enfermagem constitui uma estratégia essencial para o desenvolvimento profissional e para a promoção de práticas reflexivas, sobretudo quando desenvolvida entre pares. As competências emocionais assumem particular relevância neste processo, dada a complexidade relacional e emocional inerente à prática clínica. Objetivo: Mapear as competências emocionais descritas na literatura no contexto da supervisão clínica entre pares em enfermagem. Métodos: Scoping review conduzida segundo as orientações do Instituto Joanna Briggs. Procurou dar resposta à seguinte questão: Quais são as competências emocionais atribuídas aos enfermeiros no contexto da supervisão clínica entre pares? A pesquisa foi realizada nas bases de dados CINAHL® Plus with Full Text, MedicLatina, Nursing & Allied Health Collection (via EBSCOhost®), PubMed® e MEDLINE (via PubMed®) e literatura cinzenta, incluindo estudos em inglês, português e espanhol, disponíveis em texto integral. Os dados foram sintetizados de forma descritiva e as competências emocionais foram organizadas segundo o modelo de inteligência emocional de Goleman. Resultados: Foram incluídos onze estudos. As competências emocionais relevantes para a supervisão clínica entre pares, de acordo com o modelo de Goleman, incluem: empatia, comunicação eficaz, resiliência, autoconsciência, inteligência emocional, autoconfiança, liderança e autonomia, integrando o quadro geral da inteligência emocional. Conclusão: As competências emocionais mapeadas permitem compreender como os enfermeiros mobilizam dimensões emocionais e relacionais na supervisão clínica entre pares. Os resultados evidenciam a necessidade de aprofundar a investigação sobre o papel destas competências na prática supervisiva e sobre os processos que sustentam o seu desenvolvimento em diferentes contextos clínicos.
Autores principais:Silva, Daniela
Outros Autores:Moreira, Leandro; Fontes, Filipa; Rosinhas, Ana; Silva, Mafalda
Assunto:Life and Healthcare Sciences
Ano:2026
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Millenium
Descrição
Resumo:Introdução: A supervisão clínica em enfermagem constitui uma estratégia essencial para o desenvolvimento profissional e para a promoção de práticas reflexivas, sobretudo quando desenvolvida entre pares. As competências emocionais assumem particular relevância neste processo, dada a complexidade relacional e emocional inerente à prática clínica. Objetivo: Mapear as competências emocionais descritas na literatura no contexto da supervisão clínica entre pares em enfermagem. Métodos: Scoping review conduzida segundo as orientações do Instituto Joanna Briggs. Procurou dar resposta à seguinte questão: Quais são as competências emocionais atribuídas aos enfermeiros no contexto da supervisão clínica entre pares? A pesquisa foi realizada nas bases de dados CINAHL® Plus with Full Text, MedicLatina, Nursing & Allied Health Collection (via EBSCOhost®), PubMed® e MEDLINE (via PubMed®) e literatura cinzenta, incluindo estudos em inglês, português e espanhol, disponíveis em texto integral. Os dados foram sintetizados de forma descritiva e as competências emocionais foram organizadas segundo o modelo de inteligência emocional de Goleman. Resultados: Foram incluídos onze estudos. As competências emocionais relevantes para a supervisão clínica entre pares, de acordo com o modelo de Goleman, incluem: empatia, comunicação eficaz, resiliência, autoconsciência, inteligência emocional, autoconfiança, liderança e autonomia, integrando o quadro geral da inteligência emocional. Conclusão: As competências emocionais mapeadas permitem compreender como os enfermeiros mobilizam dimensões emocionais e relacionais na supervisão clínica entre pares. Os resultados evidenciam a necessidade de aprofundar a investigação sobre o papel destas competências na prática supervisiva e sobre os processos que sustentam o seu desenvolvimento em diferentes contextos clínicos.