Publicação
Estudo da Osteoporose em mulheres portuguesas com mais de 50 anos: Análise dos fatores de risco e adesão à terapêutica
| Resumo: | Introdução: A osteoporose é uma doença caraterizada por baixa densidade óssea. Em Portugal cerca de 500 mil pessoas sofrem da patologia. Para a implementação de tratamento é necessária a medição da densidade óssea e a avaliação dos fatores de risco. Devido ao caráter assintomático da patologia os pacientes não aderem corretamente à medicação, possuindo um risco aumentado de fratura e comorbilidades associadas. Objetivo: O estudo teve como objetivos avaliar a relação entre diferentes variáveis e a prevalência de osteoporose e avaliar a adesão à terapêutica em doentes medicados. Métodos: No estudo foram incluídas mulheres com idade igual ou superior a 50 anos (n=107). A recolha de dados foi feita por questionário e foi realizada a medição da densidade óssea por Ultrassonometria Quantitativa do Calcâneo. Resultados: Após a medição da densidade óssea, 43.9% das mulheres apresentavam densidade óssea normal, 37.4% osteopenia e 18.7% osteoporose. Verificou-se uma associação estatisticamente significativa entre a idade (p=0.000), a menopausa (p=0.013) e o T-score. As inquiridas que tomavam bifosfonatos, utentes idosas e com períodos de terapêutica superior a 6 meses apresentavam taxas de incumprimento mais elevadas. Conclusões: A idade, a menopausa e o histórico familiar de osteoporose são fatores de risco para o desenvolvimento da patologia. A idade e o tempo de tratamento levam a uma menor adesão à terapêutica. |
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| Autores principais: | Carvalho, Maria João |
| Outros Autores: | Moreira, Fernando; Pinho, Cláudia; Cruz, Agostinho |
| Assunto: | Life and Healthcare Sciences |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viseu |
| Idioma: | português |
| Origem: | Millenium |
| Resumo: | Introdução: A osteoporose é uma doença caraterizada por baixa densidade óssea. Em Portugal cerca de 500 mil pessoas sofrem da patologia. Para a implementação de tratamento é necessária a medição da densidade óssea e a avaliação dos fatores de risco. Devido ao caráter assintomático da patologia os pacientes não aderem corretamente à medicação, possuindo um risco aumentado de fratura e comorbilidades associadas. Objetivo: O estudo teve como objetivos avaliar a relação entre diferentes variáveis e a prevalência de osteoporose e avaliar a adesão à terapêutica em doentes medicados. Métodos: No estudo foram incluídas mulheres com idade igual ou superior a 50 anos (n=107). A recolha de dados foi feita por questionário e foi realizada a medição da densidade óssea por Ultrassonometria Quantitativa do Calcâneo. Resultados: Após a medição da densidade óssea, 43.9% das mulheres apresentavam densidade óssea normal, 37.4% osteopenia e 18.7% osteoporose. Verificou-se uma associação estatisticamente significativa entre a idade (p=0.000), a menopausa (p=0.013) e o T-score. As inquiridas que tomavam bifosfonatos, utentes idosas e com períodos de terapêutica superior a 6 meses apresentavam taxas de incumprimento mais elevadas. Conclusões: A idade, a menopausa e o histórico familiar de osteoporose são fatores de risco para o desenvolvimento da patologia. A idade e o tempo de tratamento levam a uma menor adesão à terapêutica. |
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