Publicação
Prevalência de quedas em idosos residentes numa comunidade rural
| Resumo: | Introdução: A prevalência de quedas aumenta com a idade e com o nível de fragilidade associada ao envelhecimento. Com o envelhecimento demográfico estima-se um aumento de quedas e suas consequências. Objetivos: Determinar a prevalência de quedas e suas consequências. Métodos: Estudo quantitativo, transversal e descritivo. Realizado numa amostra probabilística, selecionada de forma aleatória simples, com uma frequência estimada de 50% e com margem de erro aceitável de 5% e um nível de confiança de 95%. Resultados: O estudo foi realizado numa amostra de 321 idosos, 54,5% dos quais são do sexo feminino e 45,5% do sexo masculino e com uma média de idades de 76,11±6,79 anos. A prevalência de quedas foi de 45,5% nos 12 meses anteriores à recolha dos dados, e 21,5% nos 3 últimos. Dos idosos que caíram 68,5% sofreram lesões, escoriações (32,9%), fraturas (16,4%) e contusões (15,8%). Conclusões: As quedas são um problema nos idosos e frequentemente provocam consequências, nomeadamente, físicas. Sugere-se o estudo do impacto das quedas na vertente psicológica e social. |
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| Autores principais: | Coimbra, Vera |
| Outros Autores: | Marques, Ermelinda; Chaves, Cláudia |
| Assunto: | Life and Healthcare Sciences |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viseu |
| Idioma: | português |
| Origem: | Millenium |
| Resumo: | Introdução: A prevalência de quedas aumenta com a idade e com o nível de fragilidade associada ao envelhecimento. Com o envelhecimento demográfico estima-se um aumento de quedas e suas consequências. Objetivos: Determinar a prevalência de quedas e suas consequências. Métodos: Estudo quantitativo, transversal e descritivo. Realizado numa amostra probabilística, selecionada de forma aleatória simples, com uma frequência estimada de 50% e com margem de erro aceitável de 5% e um nível de confiança de 95%. Resultados: O estudo foi realizado numa amostra de 321 idosos, 54,5% dos quais são do sexo feminino e 45,5% do sexo masculino e com uma média de idades de 76,11±6,79 anos. A prevalência de quedas foi de 45,5% nos 12 meses anteriores à recolha dos dados, e 21,5% nos 3 últimos. Dos idosos que caíram 68,5% sofreram lesões, escoriações (32,9%), fraturas (16,4%) e contusões (15,8%). Conclusões: As quedas são um problema nos idosos e frequentemente provocam consequências, nomeadamente, físicas. Sugere-se o estudo do impacto das quedas na vertente psicológica e social. |
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