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Memória Afetiva e Memória Histórica nas Crônicas de Rubem Braga

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Consagrado pela escrita da crônica, pela qual se tornou referência do gênero no Brasil, Rubem Braga ocupou grande parte de sua vida registrando o cotidiano. Este trabalho apresenta uma leitura de sete crônicas do escritor que retratam cenas da cidade. Com respaldo nos textos “Culturas híbridas, poderes oblíquos”, de Néstor García Canclini (2008), e “Tempo e Espaço”, de Zygmunt Bauman (2001), trazemos alguns questionamentos provindos dos estudos acerca da pós-modernidade, no que diz respeito à abordagem do espaço público, para propor uma diferenciação entre memória histórica e memória afetiva na obra de Braga.
Autores principais:Martins, Priscila Rosa
Assunto:Articles
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Millenium
Descrição
Resumo:Consagrado pela escrita da crônica, pela qual se tornou referência do gênero no Brasil, Rubem Braga ocupou grande parte de sua vida registrando o cotidiano. Este trabalho apresenta uma leitura de sete crônicas do escritor que retratam cenas da cidade. Com respaldo nos textos “Culturas híbridas, poderes oblíquos”, de Néstor García Canclini (2008), e “Tempo e Espaço”, de Zygmunt Bauman (2001), trazemos alguns questionamentos provindos dos estudos acerca da pós-modernidade, no que diz respeito à abordagem do espaço público, para propor uma diferenciação entre memória histórica e memória afetiva na obra de Braga.