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Comovimentos na Volatilidade de Mercados Bolsistas Emergentes: Efeitos da Crise Financeira Global
| Summary: | Neste trabalho é analisado o impacto da recente crise financeira global no comovimento dos mercados bolsistas emergentes, recorrendo à variável volatilidade condicionada. Com este objetivo, foram analisados vinte mercados, no período compreendido entre maio de 2002 e dezembro de 2013. Para estimar a volatilidade dos mercados, recorreu-se ao modelo exponencial de heterocedasticidade condicionada (EGARCH). Partindo da variável volatilidade condicionada, foi aplicado o teste de valores extremos e a análise de componentes principais, de modo a perceber a influência da crise financeira no comportamento da volatilidade, no curto prazo e no longo prazo, respetivamente. Os resultados permitem concluir que, em consequência da emergência da crise, os mercados bolsistas passaram a reportar comportamentos mais próximos, para os dois horizontes temporais, o que limitou as possibilidades de diversificação à disposição dos investidores. |
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| Main Authors: | Gabriel, Vítor Manuel de Sousa |
| Other Authors: | Saraiva, Helena Isabel Barroso |
| Subject: | Articles |
| Year: | 2016 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | article |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Instituto Politécnico de Viseu |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Millenium |
| Summary: | Neste trabalho é analisado o impacto da recente crise financeira global no comovimento dos mercados bolsistas emergentes, recorrendo à variável volatilidade condicionada. Com este objetivo, foram analisados vinte mercados, no período compreendido entre maio de 2002 e dezembro de 2013. Para estimar a volatilidade dos mercados, recorreu-se ao modelo exponencial de heterocedasticidade condicionada (EGARCH). Partindo da variável volatilidade condicionada, foi aplicado o teste de valores extremos e a análise de componentes principais, de modo a perceber a influência da crise financeira no comportamento da volatilidade, no curto prazo e no longo prazo, respetivamente. Os resultados permitem concluir que, em consequência da emergência da crise, os mercados bolsistas passaram a reportar comportamentos mais próximos, para os dois horizontes temporais, o que limitou as possibilidades de diversificação à disposição dos investidores. |
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