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Hipertensão Intracraniana Idiopática em Idade Pediátrica: Revisão teórica e 2 casos clínicos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Hipertensão intracraniana idiopática (HII) é uma condição definida por pressão intracraniana elevada sem evidência clínica, laboratorial, ou radiológica de causas secundárias, nomeadamen- te infecção, anomalia vascular, lesão ocupando espaço, ou hidrocefalia. A HII em idade pediátri- ca é rara com características clínicas e demográficas diferentes da do tipo adulto. Distinguem-se dois grupos, o grupo pré-pubertário e o grupo pubertário e discutem-se os critérios diagnósticos com as respectivas modificações adaptadas às crianças. Os autores descrevem 2 casos clínicos um pré-pubertário, de uma menina de 9 anos, e outro pubertário, de uma adolescente de 12 anos, respectiva abordagem terapêutica e evolução clínica. A associação de hipertensão intracraniana com causas secundárias em idade pediátrica é fre- quente, pelo que é fundamental excluí-las. Trata-se de uma causa evitável de perda visual que requer uma estreita colaboração interdisciplinar entre a neuropediatria, a oftalmologia, e neuror- radiologia, desde o início do quadro clínico, e um longo período de follow-up com monitoriza- ção regular da função visual.
Autores principais:Serino, Josefina
Outros Autores:Martins, João; Vieira, Bruna; Lemos, José Alberto; Menezes, Carlos; Gonçalves, Rita; Ribeiro, Isabel
Assunto:Comunicações Curtas e Imagens em Oftalmologia
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Sociedade Portuguesa de Oftalmologia
Idioma:português
Origem:Revista Sociedade Portuguesa de Oftalmologia
Descrição
Resumo:A Hipertensão intracraniana idiopática (HII) é uma condição definida por pressão intracraniana elevada sem evidência clínica, laboratorial, ou radiológica de causas secundárias, nomeadamen- te infecção, anomalia vascular, lesão ocupando espaço, ou hidrocefalia. A HII em idade pediátri- ca é rara com características clínicas e demográficas diferentes da do tipo adulto. Distinguem-se dois grupos, o grupo pré-pubertário e o grupo pubertário e discutem-se os critérios diagnósticos com as respectivas modificações adaptadas às crianças. Os autores descrevem 2 casos clínicos um pré-pubertário, de uma menina de 9 anos, e outro pubertário, de uma adolescente de 12 anos, respectiva abordagem terapêutica e evolução clínica. A associação de hipertensão intracraniana com causas secundárias em idade pediátrica é fre- quente, pelo que é fundamental excluí-las. Trata-se de uma causa evitável de perda visual que requer uma estreita colaboração interdisciplinar entre a neuropediatria, a oftalmologia, e neuror- radiologia, desde o início do quadro clínico, e um longo período de follow-up com monitoriza- ção regular da função visual.