Publicação
Neovascularização da Coróide Peripapilar Associada a Drusas do Nervo Ótico
| Resumo: | Os autores descrevem a utilização terapêutica de anti-vascular endothelial growth factor (VEGF) e terapêutica fotodinâmica (TFD) com verteporfina para o tratamento de uma membrana neo- vascular coroideia, peri-papilar, secundária a drusas do nervo ótico. Uma mulher de 17 anos de idade, com neovascularização da coróide peripapilar, unilateral, associada a drusas do nervo ótico, com queixas de metamorfópsia e hipovisão unilateral, foi tratada com duas injeções intra- vítreas de pegaptanib, sem melhoria. Posteriormente, foi submetida a três sessões de TFD e duas injeções intravítreas de bevacizumab, com melhoria da acuidade visual para 6/10 e resolução da metamorfópsia. A doente permanece estável após 5 anos de follow-up. A terapêutica combinada com TFD e bevacizumab parece ser uma opção útil no tratamento da neovascularização corói- deia secundária a drusas do nervo ótico. |
|---|---|
| Autores principais: | Serino, Josefina |
| Outros Autores: | Teixeira, Carla; Duarte, Ana; Vieira, Bruna; Menezes, Carlos; Alberto Lemos, José |
| Assunto: | Comunicações Curtas e Imagens em Oftalmologia |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | relatório |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Sociedade Portuguesa de Oftalmologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | Revista Sociedade Portuguesa de Oftalmologia |
| Resumo: | Os autores descrevem a utilização terapêutica de anti-vascular endothelial growth factor (VEGF) e terapêutica fotodinâmica (TFD) com verteporfina para o tratamento de uma membrana neo- vascular coroideia, peri-papilar, secundária a drusas do nervo ótico. Uma mulher de 17 anos de idade, com neovascularização da coróide peripapilar, unilateral, associada a drusas do nervo ótico, com queixas de metamorfópsia e hipovisão unilateral, foi tratada com duas injeções intra- vítreas de pegaptanib, sem melhoria. Posteriormente, foi submetida a três sessões de TFD e duas injeções intravítreas de bevacizumab, com melhoria da acuidade visual para 6/10 e resolução da metamorfópsia. A doente permanece estável após 5 anos de follow-up. A terapêutica combinada com TFD e bevacizumab parece ser uma opção útil no tratamento da neovascularização corói- deia secundária a drusas do nervo ótico. |
|---|