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Materiais campaniformes e da Idade do Bronze do Concelho de Sintra

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste trabalho publicam-se materiais inéditos, cerâmicos e líticos, de época campaniforme e da Idade do Bronze, provenientes de diversas estações do concelho de Sintra, prospectadas em diversas épocas e por diferentes investigadores. Assim, do povoado do Alto do Montijo, conhecido desde a década de 1950 (FRANÇA & FERREIRA, 1951), estuda-se conjunto coerente de materiais campaniformes recolhidos pelo Arq. Gustavo Marques. Do Museu Regional de Sintra, estudam-se materiais campaniformes dos pequenos núcleos domésticos de Fetal, Pombal e Funchal, os últimos também com espólio do Bronze Final. Embora já objecto de curto estudo anterior (CARNEIRO, 1991), a publicação de tais cerâmicas, na totalidade inéditas, justifica-se plenamente. Enfim, à colecção Medeiros (Mafra), pertencem os materiais campaniformes e da Idade do Bronze do povoado de Anços, também inéditos. A distribuição geográfica das estações, todas de natureza habitacional apresenta-se na Fig. 1. Trata-se de sítios implantados ora em zonas abertas e aplanadas, com coberturas arenosas, próximas do litoral (Pombal e Fetal) ora em domínios de geomorfologia mais movimentada, situados mais no interior, possuindo, aparentemente, estreitas relações com afloramentos monolíticos de rochas ígneas (Anços). Porém, apenas o Alto do Montijo se situa em elevação individualizada.
Autores principais:Cardoso, João Luís
Outros Autores:Carreira, Júlio Roque
Assunto:Arqueologia História Pré-história Idade do Bronze Sintra Portugal
Ano:1996
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Aberta
Idioma:português
Origem:Repositório Aberto da Universidade Aberta
Descrição
Resumo:Neste trabalho publicam-se materiais inéditos, cerâmicos e líticos, de época campaniforme e da Idade do Bronze, provenientes de diversas estações do concelho de Sintra, prospectadas em diversas épocas e por diferentes investigadores. Assim, do povoado do Alto do Montijo, conhecido desde a década de 1950 (FRANÇA & FERREIRA, 1951), estuda-se conjunto coerente de materiais campaniformes recolhidos pelo Arq. Gustavo Marques. Do Museu Regional de Sintra, estudam-se materiais campaniformes dos pequenos núcleos domésticos de Fetal, Pombal e Funchal, os últimos também com espólio do Bronze Final. Embora já objecto de curto estudo anterior (CARNEIRO, 1991), a publicação de tais cerâmicas, na totalidade inéditas, justifica-se plenamente. Enfim, à colecção Medeiros (Mafra), pertencem os materiais campaniformes e da Idade do Bronze do povoado de Anços, também inéditos. A distribuição geográfica das estações, todas de natureza habitacional apresenta-se na Fig. 1. Trata-se de sítios implantados ora em zonas abertas e aplanadas, com coberturas arenosas, próximas do litoral (Pombal e Fetal) ora em domínios de geomorfologia mais movimentada, situados mais no interior, possuindo, aparentemente, estreitas relações com afloramentos monolíticos de rochas ígneas (Anços). Porém, apenas o Alto do Montijo se situa em elevação individualizada.