Publicação
Ocupação campaniforme de Leião (Oeiras)
| Resumo: | Assim, face aos resultados apresentados, pode concluir-se que as produções de cerâmicas campaniformes do Grupo Inciso se desenvolveram na Baixa Estremadura e, em particular, na região ribeirinha do estuário do Tejo por largo lapso temporal, que abarca toda a segunda metade do 3.º milénio a.C., com prolongamento pelo início do milénio seguinte. Deste modo, os pequenos núcleos humanos, provavelmente de raiz familiar, que se generalizaram pelos férteis terrenos da região a norte do estuário do Tejo, correspondem a período de larga diacronia, coincidindo a sua eclosão e proliferação (instantânea, à escala do registo arqueológico) com a derradeira fase da ocupação do grande povoado de Leceia, cujo dispositivo defensivo se encontrava então em fase de evidente declínio. |
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| Autores principais: | Cardoso, João Luís |
| Assunto: | História Arqueologia Cerâmicas campaniformes Leião Oeiras Portugal |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Aberta |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Aberto da Universidade Aberta |
| Resumo: | Assim, face aos resultados apresentados, pode concluir-se que as produções de cerâmicas campaniformes do Grupo Inciso se desenvolveram na Baixa Estremadura e, em particular, na região ribeirinha do estuário do Tejo por largo lapso temporal, que abarca toda a segunda metade do 3.º milénio a.C., com prolongamento pelo início do milénio seguinte. Deste modo, os pequenos núcleos humanos, provavelmente de raiz familiar, que se generalizaram pelos férteis terrenos da região a norte do estuário do Tejo, correspondem a período de larga diacronia, coincidindo a sua eclosão e proliferação (instantânea, à escala do registo arqueológico) com a derradeira fase da ocupação do grande povoado de Leceia, cujo dispositivo defensivo se encontrava então em fase de evidente declínio. |
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