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O colecionismo em Manuel Teixeira Gomes: contributos para o seu estudo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Manuel Teixeira Gomes (1860-1941), senhor de uma vasta cultura artística, amante e consumidor de arte, ao longo da sua vida adquiriu – durante o período em que foi diplomata em Londres (1911-1923) em casas de leilões, antiquários e marchands – um conjunto relevante de medalhística, objetos de arte e peças decorativas (ocidentais e orientais). Parte desta coleção foi alienada em quatro leilões realizados na capital inglesa, nos últimos meses de 1923, e o restante enviado para Portugal servindo de recheio à mansão que comprou em Caxias (a casa da Gibalta), onde perspetivava residir após findar o mandato como Chefe de Estado. Contudo, a inesperada renúncia, em dezembro de 1925, ao cargo e o seu autoexílio conduziram ao desmembramento desta coleção através de ofertas a amigos e, em grande medida, de doações a instituições públicas portuguesas como a Casa da Moeda e a museus, como o Museu Nacional de Arte Contemporânea, o Museu Nacional de Arte Antiga, o Museu Nacional Machado de Castro, o Museu Municipal do Porto e o Museu Municipal da Cidade de Lisboa. Após o seu falecimento, em outubro de 1941, o remanescente da coleção que permanecia na casa da Gibalta rumou a Portimão tendo, entre 1999 e 2007, parte da sua coleção sido comprada em leilões pelo Museu de Portimão o qual conta no seu espaço com o núcleo Manuel Teixeira Gomes – viajante, político e escritor onde estão expostas catorze das cento e seis peças da coleção que futuramente integrará o novo Núcleo Museológico Casa Manuel Teixeira Gomes.
Autores principais:Silva, Ricardo Manuel da Mota e
Assunto:Manuel Teixeira Gomes, 1860-1941 Coleções Colecionismo Museus Collection Collectionism Museum
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Aberta
Idioma:português
Origem:Repositório Aberto da Universidade Aberta
Descrição
Resumo:Manuel Teixeira Gomes (1860-1941), senhor de uma vasta cultura artística, amante e consumidor de arte, ao longo da sua vida adquiriu – durante o período em que foi diplomata em Londres (1911-1923) em casas de leilões, antiquários e marchands – um conjunto relevante de medalhística, objetos de arte e peças decorativas (ocidentais e orientais). Parte desta coleção foi alienada em quatro leilões realizados na capital inglesa, nos últimos meses de 1923, e o restante enviado para Portugal servindo de recheio à mansão que comprou em Caxias (a casa da Gibalta), onde perspetivava residir após findar o mandato como Chefe de Estado. Contudo, a inesperada renúncia, em dezembro de 1925, ao cargo e o seu autoexílio conduziram ao desmembramento desta coleção através de ofertas a amigos e, em grande medida, de doações a instituições públicas portuguesas como a Casa da Moeda e a museus, como o Museu Nacional de Arte Contemporânea, o Museu Nacional de Arte Antiga, o Museu Nacional Machado de Castro, o Museu Municipal do Porto e o Museu Municipal da Cidade de Lisboa. Após o seu falecimento, em outubro de 1941, o remanescente da coleção que permanecia na casa da Gibalta rumou a Portimão tendo, entre 1999 e 2007, parte da sua coleção sido comprada em leilões pelo Museu de Portimão o qual conta no seu espaço com o núcleo Manuel Teixeira Gomes – viajante, político e escritor onde estão expostas catorze das cento e seis peças da coleção que futuramente integrará o novo Núcleo Museológico Casa Manuel Teixeira Gomes.