Publicação
Evalution of global self-concept in higher education students
| Resumo: | A presente investigação centra-se nos processos de mudança do auto-conceito no período designado por pós-adolescência e traduz-se num estudo comparativo entre os níveis de auto-conceito global de estudantes do ensino superior iniciantes e finalistas. Recorrendo a uma metodologia de cariz quantitativo, a nossa amostra foi constituída por 552 sujeitos. Para a avaliação do nível de auto-conceito global valemo-nos da adaptação do Self Description Questionnaire III realizada por Faria e Fontaine (1992) a estudantes universitários portugueses. Concluímos que não existem diferenças significativas entre os dois grupos de estudantes, apesar dos iniciantes apresentarem um nível de auto-conceito global inferior aos finalistas. Estes resultados podem ser compreendidos a partir das experiências e ansiedades vivenciadas pelos estudantes do ensino superior, quer no processo de adaptação ao contexto académico, no caso dos que estão a iniciar a formação, quer na antecipação de reais dificuldades de inserção no mercado de trabalho, no caso dos finalistas. |
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| Autores principais: | Moreira, J. António |
| Outros Autores: | Barros, Rita |
| Assunto: | Autoconceito Ensino superior |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Aberta |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Aberto da Universidade Aberta |
| Resumo: | A presente investigação centra-se nos processos de mudança do auto-conceito no período designado por pós-adolescência e traduz-se num estudo comparativo entre os níveis de auto-conceito global de estudantes do ensino superior iniciantes e finalistas. Recorrendo a uma metodologia de cariz quantitativo, a nossa amostra foi constituída por 552 sujeitos. Para a avaliação do nível de auto-conceito global valemo-nos da adaptação do Self Description Questionnaire III realizada por Faria e Fontaine (1992) a estudantes universitários portugueses. Concluímos que não existem diferenças significativas entre os dois grupos de estudantes, apesar dos iniciantes apresentarem um nível de auto-conceito global inferior aos finalistas. Estes resultados podem ser compreendidos a partir das experiências e ansiedades vivenciadas pelos estudantes do ensino superior, quer no processo de adaptação ao contexto académico, no caso dos que estão a iniciar a formação, quer na antecipação de reais dificuldades de inserção no mercado de trabalho, no caso dos finalistas. |
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