Publicação
Cidades para pessoas : estudo de caso da Baixa de Algés
| Resumo: | Esta dissertação de mestrado estuda a relação entre o espaço público (EP) e as pessoas e as implicações desta relação nos pilares da sustentabilidade e fundamenta-se na convicção de que o planeamento urbano tem como propósito final conceber um ambiente urbano de qualidade, por isso deve centrar-se nas pessoas e nas suas interações sociais. As cidades concentram pessoas que, no seu dia-a-dia, circulam pelas ruas, EP que tem o privilégio de permear toda a cidade e é potencialmente um elemento integrador. As ruas têm resgatado uma importante função social, revelando-se um lugar de estadia e convívio, onde os citadinos podem interagir entre si e com o ambiente. Quando as ruas estão preparadas para adotarem essas funções, são estabelecidas novas dinâmicas que promovem as vertentes da sustentabilidade – a ambiental, a social, a económica e também a cultural. Neste contexto, esta pesquisa aborda a escala humana do planeamento urbano, como elemento promotor do desenvolvimento sustentável. Procedeu-se ao estudo de caso de um trecho do EP da Baixa de Algés, no Concelho de Oeiras, em Portugal, no que respeita às transformações do seu uso e morfologia, durante a vigência do atual Plano Diretor Municipal (PDM), desde 1994 até o presente momento. A partir de um estudo exploratório, que compreendeu o entendimento dos conceitos envolvidos e uma aproximação ao objeto de estudo, através do levantamento de dados e de pesquisa de campo, que abarcou a aplicação de inquéritos, foi possível concluir que o desenho atual desse trecho do EP não proporciona que sejam potencializadas dinâmicas que promovam o desenvolvimento sustentável. Portanto, devem ser incentivados processos de desenho do EP que ofereçam a cidade às pessoas, como forma a contribuírem para os pilares da sustentabilidade. |
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| Autores principais: | Vaz, Simone Carvalho Dias |
| Assunto: | Espaços urbanos Reabilitação Planeamento urbanístico Cidade Algés Urban planning Sustainability Public spaces Smart cities Urban renewal |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Aberta |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Aberto da Universidade Aberta |
| Resumo: | Esta dissertação de mestrado estuda a relação entre o espaço público (EP) e as pessoas e as implicações desta relação nos pilares da sustentabilidade e fundamenta-se na convicção de que o planeamento urbano tem como propósito final conceber um ambiente urbano de qualidade, por isso deve centrar-se nas pessoas e nas suas interações sociais. As cidades concentram pessoas que, no seu dia-a-dia, circulam pelas ruas, EP que tem o privilégio de permear toda a cidade e é potencialmente um elemento integrador. As ruas têm resgatado uma importante função social, revelando-se um lugar de estadia e convívio, onde os citadinos podem interagir entre si e com o ambiente. Quando as ruas estão preparadas para adotarem essas funções, são estabelecidas novas dinâmicas que promovem as vertentes da sustentabilidade – a ambiental, a social, a económica e também a cultural. Neste contexto, esta pesquisa aborda a escala humana do planeamento urbano, como elemento promotor do desenvolvimento sustentável. Procedeu-se ao estudo de caso de um trecho do EP da Baixa de Algés, no Concelho de Oeiras, em Portugal, no que respeita às transformações do seu uso e morfologia, durante a vigência do atual Plano Diretor Municipal (PDM), desde 1994 até o presente momento. A partir de um estudo exploratório, que compreendeu o entendimento dos conceitos envolvidos e uma aproximação ao objeto de estudo, através do levantamento de dados e de pesquisa de campo, que abarcou a aplicação de inquéritos, foi possível concluir que o desenho atual desse trecho do EP não proporciona que sejam potencializadas dinâmicas que promovam o desenvolvimento sustentável. Portanto, devem ser incentivados processos de desenho do EP que ofereçam a cidade às pessoas, como forma a contribuírem para os pilares da sustentabilidade. |
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