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A auto-avaliação: estratégia de organização escolar: rumo a uma identidade: estudo num agrupamento de escolas do Concelho de Sintra

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Resumo:Resumo - A problemática da avaliação de escola tem assumido uma enorme visibilidade no sistema educativo português e os debates sobre a qualidade do sistema educativo, em geral, e das escolas, em particular, têm agitado os diversos actores, nos últimos anos. A Lei nº 31/2002, de 20 de Dezembro, que aprova o sistema de avaliação da educação e do ensino não superior, foi um passo importante para o desenvolvimento de uma cultura de avaliação das escolas, onde é realçado o carácter obrigatório da auto-avaliação. Neste contexto, durante o ano lectivo 2006/2007, realizámos um estudo descritivo e exploratório que envolveu 142 educadores do pré-escolar e professores dos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico de um agrupamento de escolas do concelho de Sintra. Teve como objectivo principal conhecer a percepção dos professores e dos educadores de infância sobre a auto-avaliação do agrupamento e, na recolha de dados, foi utilizado um questionário, cujos dados foram tratados com o programa informático SPSS. No Capítulo um, apresentamos a análise da literatura que enquadra este estudo. Abordamos a escola como organização, enquadramos a avaliação da organização escolar e analisamos a auto-avaliação como processo identitário. No Capítulo dois, procedemos à explicitação da metodologia de investigação utilizada. No Capítulo três, apresentamos a análise e os resultados da investigação. Do estudo conclui-se que a auto-avaliação é percepcionada como uma realidade já existente no agrupamento. É considerada essencial para a aprendizagem e melhoria da organização e da qualidade do serviço educativo, o que não acontece com a avaliação externa, que não é desejada. Este processo deve ter a intervenção de todos os elementos da comunidade: informação, participação e reflexão de todos para todos, professores, educadores, alunos, funcionários e encarregados de educação
Autores principais:Baptista, Maria Emília Tomás
Assunto:Agrupamento de escolas Autoavaliação Avaliação da educação Organização escolar Planeamento e administração da educação Qualidade da educação
Ano:2007
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Aberta
Idioma:português
Origem:Repositório Aberto da Universidade Aberta
Descrição
Resumo:Resumo - A problemática da avaliação de escola tem assumido uma enorme visibilidade no sistema educativo português e os debates sobre a qualidade do sistema educativo, em geral, e das escolas, em particular, têm agitado os diversos actores, nos últimos anos. A Lei nº 31/2002, de 20 de Dezembro, que aprova o sistema de avaliação da educação e do ensino não superior, foi um passo importante para o desenvolvimento de uma cultura de avaliação das escolas, onde é realçado o carácter obrigatório da auto-avaliação. Neste contexto, durante o ano lectivo 2006/2007, realizámos um estudo descritivo e exploratório que envolveu 142 educadores do pré-escolar e professores dos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico de um agrupamento de escolas do concelho de Sintra. Teve como objectivo principal conhecer a percepção dos professores e dos educadores de infância sobre a auto-avaliação do agrupamento e, na recolha de dados, foi utilizado um questionário, cujos dados foram tratados com o programa informático SPSS. No Capítulo um, apresentamos a análise da literatura que enquadra este estudo. Abordamos a escola como organização, enquadramos a avaliação da organização escolar e analisamos a auto-avaliação como processo identitário. No Capítulo dois, procedemos à explicitação da metodologia de investigação utilizada. No Capítulo três, apresentamos a análise e os resultados da investigação. Do estudo conclui-se que a auto-avaliação é percepcionada como uma realidade já existente no agrupamento. É considerada essencial para a aprendizagem e melhoria da organização e da qualidade do serviço educativo, o que não acontece com a avaliação externa, que não é desejada. Este processo deve ter a intervenção de todos os elementos da comunidade: informação, participação e reflexão de todos para todos, professores, educadores, alunos, funcionários e encarregados de educação