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Conhecer os utilizadores de Homebanking em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O artigo tem como objetivo caracterizar os utilizadores dos serviços de homebanking em Portugal, e identificar quais as operações bancárias mais realizadas no âmbito do serviço de homebanking. A análise da população portuguesa quanto à utilização dos meios eletrónicos bancários divide-a em três grupos distintos: os utilizadores da banca tradicional, que apenas se relacionam com o seu banco deslocando-se à agência física; os utilizadores da primeira geração de canais eletrónicos, como as Caixas de Pagamento Automático, vulgo multibanco (ATM), que têm uma ampla difusão territorial e uma disponibilidade de 24 horas por dia; e os utilizadores da banca digital. Embora o multibanco continue a ser o canal privilegiado pelos portugueses para comunicarem com o seu banco (80,7%), seguido pelo contacto pessoal na deslocação ao balcão (62,4%), o homebanking tem vindo gradualmente a impor-se (estando nos 28,9% em 2010). Para o estudo da problemática foi utilizada a metodologia exploratória, através da abordagem quantitativa, na qual foram analisadas 2370 respostas.
Autores principais:Negas, Mário Carrilho
Outros Autores:Lopes, José Martinho
Assunto:Literacia bancária Homebanking Utilizadores de homebanking Serviços
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Aberta
Idioma:português
Origem:Repositório Aberto da Universidade Aberta
Descrição
Resumo:O artigo tem como objetivo caracterizar os utilizadores dos serviços de homebanking em Portugal, e identificar quais as operações bancárias mais realizadas no âmbito do serviço de homebanking. A análise da população portuguesa quanto à utilização dos meios eletrónicos bancários divide-a em três grupos distintos: os utilizadores da banca tradicional, que apenas se relacionam com o seu banco deslocando-se à agência física; os utilizadores da primeira geração de canais eletrónicos, como as Caixas de Pagamento Automático, vulgo multibanco (ATM), que têm uma ampla difusão territorial e uma disponibilidade de 24 horas por dia; e os utilizadores da banca digital. Embora o multibanco continue a ser o canal privilegiado pelos portugueses para comunicarem com o seu banco (80,7%), seguido pelo contacto pessoal na deslocação ao balcão (62,4%), o homebanking tem vindo gradualmente a impor-se (estando nos 28,9% em 2010). Para o estudo da problemática foi utilizada a metodologia exploratória, através da abordagem quantitativa, na qual foram analisadas 2370 respostas.