Publicação
Flexibilidade curricular e autonomia das escolas: que caminho(s) para a gestão curricular?
| Resumo: | Num tempo marcado por um cenário (pós-)pandémico, por conflitos mundiais, pela crise económico-financeira e por uma instabilidade social latente em termos nacionais e à escala global, a escola, na sua missão primordial de ensinar, educar e formar, assume-se como uma instituição social fundamental, tentando garantir a capacidade de se ajustar, de se reconstruir e de se flexibilizar em termos organizacionais e curriculares por forma a responder às necessidades do seu público-alvo e adequar-se à mutabilidade acelerada que carateriza a atualidade. Nesse sentido, gestão do currículo enquanto projeto, processo e prática social baseada numa verdadeira cultura de autonomia da escola, que vá ao encontro das necessidades da comunidade que a acolhe e dos alunos específicos que a compõem, tem vindo a ganhar uma crescente visibilidade e inevitabilidade. Este texto, com base numa análise bibliográfica, pretende, por isso, constituir uma reflexão crítica sobre possibilidades de operacionalizar um desenvolvimento curricular cada vez mais flexível e contextual, que resulte de uma verdadeira autonomia das escolas, enquanto instituições dotadas de capacidade de análise crítica fundamentada e imbuídas de uma prática reflexiva que garantam a resposta aos desafios locais, mais simultaneamente coloque os alunos no cenário transnacional, enquanto cidadãos portugueses e do mundo. |
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| Autores principais: | Rodeiro, Helena |
| Outros Autores: | Seabra, Filipa |
| Assunto: | Currículo Gestão curricular Flexibilidade curricular Autonomia das escolas |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Aberta |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Aberto da Universidade Aberta |
| Resumo: | Num tempo marcado por um cenário (pós-)pandémico, por conflitos mundiais, pela crise económico-financeira e por uma instabilidade social latente em termos nacionais e à escala global, a escola, na sua missão primordial de ensinar, educar e formar, assume-se como uma instituição social fundamental, tentando garantir a capacidade de se ajustar, de se reconstruir e de se flexibilizar em termos organizacionais e curriculares por forma a responder às necessidades do seu público-alvo e adequar-se à mutabilidade acelerada que carateriza a atualidade. Nesse sentido, gestão do currículo enquanto projeto, processo e prática social baseada numa verdadeira cultura de autonomia da escola, que vá ao encontro das necessidades da comunidade que a acolhe e dos alunos específicos que a compõem, tem vindo a ganhar uma crescente visibilidade e inevitabilidade. Este texto, com base numa análise bibliográfica, pretende, por isso, constituir uma reflexão crítica sobre possibilidades de operacionalizar um desenvolvimento curricular cada vez mais flexível e contextual, que resulte de uma verdadeira autonomia das escolas, enquanto instituições dotadas de capacidade de análise crítica fundamentada e imbuídas de uma prática reflexiva que garantam a resposta aos desafios locais, mais simultaneamente coloque os alunos no cenário transnacional, enquanto cidadãos portugueses e do mundo. |
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