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Funcionalismo e cognitivismo: o viés cognitivista da gramática funcional

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O foco temático do número especial do presente volume da Revista SOLETRAS é dedicado à divulgação de resultados mais recentes da investigação linguística desenvolvida no Brasil que se fundamenta na interface da investigação funcionalista e cognitivista. Os catorze artigos reunidos na presente publicação assumem a vertente cognitivista que premeia os estudos funcionalistas da linguagem, desde a sua fase inicial, a partir da década de 70 do século XX, de inspiração norte-americana (p. ex., Bolinger, Givón, Thompson e Hopper, entre outros), até - como demonstrado em Oliveira (2020) - ao que se entende, no Brasil, pelo "viés cognitivista da gramática funcional" e que se manifesta quer no chamado Funcionalismo Clássico, correspondente, em termos gerais, às últimas décadas do século XX, quer na fase atual destes estudos, nomeada de Linguística Funcional Centrada no Uso (LFCU). Este rótulo diz respeito à incorporação da abordagem construcional da gramática à investigação funcionalista da linguagem, ocorrida a partir dos anos iniciais do século XXI (cf. Rosário e Oliveira 2016).
Autores principais:Oliveira, Mariangela Rios de
Outros Autores:Batoréo, Hanna; Aguiar, Milena Torres de
Assunto:Gramática funcional Cognitivismo Português do Brasil Linguística Funcional Centrada no Uso (LFCU) Gramática das construções
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Aberta
Idioma:português
Origem:Repositório Aberto da Universidade Aberta
Descrição
Resumo:O foco temático do número especial do presente volume da Revista SOLETRAS é dedicado à divulgação de resultados mais recentes da investigação linguística desenvolvida no Brasil que se fundamenta na interface da investigação funcionalista e cognitivista. Os catorze artigos reunidos na presente publicação assumem a vertente cognitivista que premeia os estudos funcionalistas da linguagem, desde a sua fase inicial, a partir da década de 70 do século XX, de inspiração norte-americana (p. ex., Bolinger, Givón, Thompson e Hopper, entre outros), até - como demonstrado em Oliveira (2020) - ao que se entende, no Brasil, pelo "viés cognitivista da gramática funcional" e que se manifesta quer no chamado Funcionalismo Clássico, correspondente, em termos gerais, às últimas décadas do século XX, quer na fase atual destes estudos, nomeada de Linguística Funcional Centrada no Uso (LFCU). Este rótulo diz respeito à incorporação da abordagem construcional da gramática à investigação funcionalista da linguagem, ocorrida a partir dos anos iniciais do século XXI (cf. Rosário e Oliveira 2016).