Publicação
Investigações recentes do megalitismo funerário na região do Tejo Internacional (Idanha-a-Nova)
| Resumo: | Neste estudo publicam-se os resultados preliminares obtidos da escavação de oiro monumentos megalíticos do sul da Beira Interior (região do Tejo internacional), Rosmaninhal, concelho de Idanha-a-Nova, seis dos quais se implantam em unidade geomorfológica bem indiv idualizada - a plataforma do Amieiro - conferindo-lhe o estatuto de núcleo megalítico sucessivamente acrescentado ao longo de centenas de anos. Da análise conjunta das tipologias arquitectónicas identificadas e dos espólios correspondentes, resultou proposta de evolução do megalitismo da região, a qual se pode, resumidamente, apresentar do seguinte modo: 1 - Câmaras simples, fechadas, proto-megalí-ticas desprovidas de espólio ou com espólio arcaico, do V milénio a.C. 2 - Câmaras simples, com planta em ferradura, abertas mas desprovidas de corredor, com espólio dos finais do IV ou inícios do III milénio a.C. 3 - Dólmenes com câmara e corredor bem diferenciados, de dimensôes muito variáveis, contemporâneos dos anteriores. 4 - Dólmenes com cobertura em falsa cúpula, de grandes dimensões, do III milénio a.C. 5 - Pequenas cistas sub-trapezoidais, da 2ª metade do III milénio a.C. (Calcolítico Campaniforme). |
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| Autores principais: | Cardoso, João Luís |
| Outros Autores: | Caninas, João Carlos; Henriques, Francisco |
| Assunto: | Faseamento do megalitismo Beira Interior Portugal Evolution of megalithic monuments |
| Ano: | 2003 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Aberta |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Aberto da Universidade Aberta |
| Resumo: | Neste estudo publicam-se os resultados preliminares obtidos da escavação de oiro monumentos megalíticos do sul da Beira Interior (região do Tejo internacional), Rosmaninhal, concelho de Idanha-a-Nova, seis dos quais se implantam em unidade geomorfológica bem indiv idualizada - a plataforma do Amieiro - conferindo-lhe o estatuto de núcleo megalítico sucessivamente acrescentado ao longo de centenas de anos. Da análise conjunta das tipologias arquitectónicas identificadas e dos espólios correspondentes, resultou proposta de evolução do megalitismo da região, a qual se pode, resumidamente, apresentar do seguinte modo: 1 - Câmaras simples, fechadas, proto-megalí-ticas desprovidas de espólio ou com espólio arcaico, do V milénio a.C. 2 - Câmaras simples, com planta em ferradura, abertas mas desprovidas de corredor, com espólio dos finais do IV ou inícios do III milénio a.C. 3 - Dólmenes com câmara e corredor bem diferenciados, de dimensôes muito variáveis, contemporâneos dos anteriores. 4 - Dólmenes com cobertura em falsa cúpula, de grandes dimensões, do III milénio a.C. 5 - Pequenas cistas sub-trapezoidais, da 2ª metade do III milénio a.C. (Calcolítico Campaniforme). |
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