Publicação
A construção de um património cultural nacional em mundos virtuais : a comunidade portuguesa em Second Life
| Resumo: | Em mundos virtuais como Second Life, a associação entre indivíduos e a consequente construção de comunidades parece efectuar-se tendo como base dois factores fundamentais: as afinidades em torno dos objectivos criados online, como é o caso das comunidades temáticas, e as afinidades em torno de uma proximidade sócio-cultural que, habitualmente, deriva de uma proximidade geográfica na vida real. Esta comunicação tem por objectivo testar a hipótese de que uma das experiências tende a prevalecer na vida virtual do sujeito. O indivíduo representado por um avatar parece privilegiar as suas raízes, memórias e património importados da realidade quer como forma de subsistência e de reconhecimento social, quer como meio de imposição de elementos simbólicos identificativos que induzem conforto à experiência virtual e que, na nossa opinião, também representam uma forma muito própria de colonização virtual. Nesta comunicação propomos apresentar e analisar os dados recolhidos através da observação efectuada junto da comunidade portuguesa em SL ao longo de três anos, dos grupos-focais organizados online e dos inquéritos realizados à mesma comunidade, para chegar à conclusão de que existem idiossincrasias na construção do património virtual nacional e que esse processo mental de ligação a um ‘mito de origem’ leva a que os portugueses se afirmem, enquanto comunidade, como ‘colonizadores virtuais’. |
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| Autores principais: | Frias, Paulo |
| Assunto: | Comunidade virtual Second life Património Colonização virtual |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Porto |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Aberto da Universidade do Porto |
| Resumo: | Em mundos virtuais como Second Life, a associação entre indivíduos e a consequente construção de comunidades parece efectuar-se tendo como base dois factores fundamentais: as afinidades em torno dos objectivos criados online, como é o caso das comunidades temáticas, e as afinidades em torno de uma proximidade sócio-cultural que, habitualmente, deriva de uma proximidade geográfica na vida real. Esta comunicação tem por objectivo testar a hipótese de que uma das experiências tende a prevalecer na vida virtual do sujeito. O indivíduo representado por um avatar parece privilegiar as suas raízes, memórias e património importados da realidade quer como forma de subsistência e de reconhecimento social, quer como meio de imposição de elementos simbólicos identificativos que induzem conforto à experiência virtual e que, na nossa opinião, também representam uma forma muito própria de colonização virtual. Nesta comunicação propomos apresentar e analisar os dados recolhidos através da observação efectuada junto da comunidade portuguesa em SL ao longo de três anos, dos grupos-focais organizados online e dos inquéritos realizados à mesma comunidade, para chegar à conclusão de que existem idiossincrasias na construção do património virtual nacional e que esse processo mental de ligação a um ‘mito de origem’ leva a que os portugueses se afirmem, enquanto comunidade, como ‘colonizadores virtuais’. |
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