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Efeitos da adubação potássica e irrigação com águas salinas no crescimento de porta-enxerto de goiabeira

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivou-se com este trabalho avaliar os efeitos de distintas salinidades da água de irrigação sobre o crescimento de porta-enxertos de goiabeira cv. Paluma adubada com doses crescentes de potássio, em experimento conduzido sob condições de estufa do CCTA/UFCG município de Pombal – PB. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, em esquema fatorial 5 x 4, cujos tratamentos resultaram da combinação de cinco níveis de condutividade elétrica da água de irrigação (CEa = 0,3; 1,1; 1,9; 2,7 e 3,5 dS m-1) e quatro doses de potássio (70, 100, 130 e 160% de K) sendo a dose referente a 100% de K correspondente a 726 mg de K dm-3 de substrato, com quatro repetições e duas plantas por parcela, sem bordadura. O aumento da salinidade da água de irrigação reduz o crescimento de porta-enxerto de goiabeira cv. Paluma, sendo os efeitos mais deletérios em níveis superiores a 1,9 dS m-1; doses crescentes de K até 1.161,6 mg de K dm-3 de substrato não atenuaram os efeitos nocivos dos sais, bem como, não exerceram diferença sobre o crescimento da maioria das variáveis de porta-enxerto de goiabeira cv. Paluma aos 120 e 225 dias após a emergência.
Autores principais:Bonifácio, Benedito F.
Outros Autores:Nobre, Reginaldo G.; Sousa, Anielson dos S.; Gomes, Everaldo M.; Silva, Evandro M. da; Sousa, Leandro P. de
Assunto:Geral
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal
Idioma:português
Origem:Revista de Ciências Agrárias
Descrição
Resumo:Objetivou-se com este trabalho avaliar os efeitos de distintas salinidades da água de irrigação sobre o crescimento de porta-enxertos de goiabeira cv. Paluma adubada com doses crescentes de potássio, em experimento conduzido sob condições de estufa do CCTA/UFCG município de Pombal – PB. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, em esquema fatorial 5 x 4, cujos tratamentos resultaram da combinação de cinco níveis de condutividade elétrica da água de irrigação (CEa = 0,3; 1,1; 1,9; 2,7 e 3,5 dS m-1) e quatro doses de potássio (70, 100, 130 e 160% de K) sendo a dose referente a 100% de K correspondente a 726 mg de K dm-3 de substrato, com quatro repetições e duas plantas por parcela, sem bordadura. O aumento da salinidade da água de irrigação reduz o crescimento de porta-enxerto de goiabeira cv. Paluma, sendo os efeitos mais deletérios em níveis superiores a 1,9 dS m-1; doses crescentes de K até 1.161,6 mg de K dm-3 de substrato não atenuaram os efeitos nocivos dos sais, bem como, não exerceram diferença sobre o crescimento da maioria das variáveis de porta-enxerto de goiabeira cv. Paluma aos 120 e 225 dias após a emergência.