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Evolução da salinidade do solo no perímetro de rega do Roxo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Avaliou-se a evolução da salinidade do solo, em diferentes solos e culturas regadas, no perímetro de rega do Roxo. Selecionaram-se dez locais, com amendoal, olival, citrinos e romãs instalados em solos AL, LV, RG, PL e VR (WRB 2014). As culturas estudadas apresentavam tolerâncias diferentes à salinidade do solo. As campanhas de monitorização decorreram de maio de 2019 a maio de 2021. Colheram-se amostras de solo num máximo até 80 cm de profundidade, onde se determinou a condutividade elétrica do extrato de saturação do solo (ECe). A condutividade elétrica média da água de rega foi de 0,72 e de 0,66 dS/m em 2019/2020 e em 2021, respetivamente. A salinidade variou ao longo do tempo, mas sem atingir valores preocupantes para as culturas. Nas culturas sensíveis à salinidade (amendoal e citrinos), verificaram-se situações pontuais em que ECe em determinadas profundidades apresentava valores superiores ao limite de tolerância. No final dos ensaios, o solo apresentava valores de ECe muito próximos, ou mesmo inferiores, aos valores iniciais. Além da qualidade da água do Roxo indicar uma melhoria em relação a estudos anteriores, a precipitação ocorrida nos anos de 2019 a 2021 também contribuíu para a remoção de sais eventualmente acumulados.
Autores principais:Gonçalves, M.C.
Outros Autores:Castanheira, N.; Farzamian, M.; Paz, A.M.; Ramos, T.B.; Alexandre, C.
Assunto:Geral
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal
Idioma:português
Origem:Revista de Ciências Agrárias
Descrição
Resumo:Avaliou-se a evolução da salinidade do solo, em diferentes solos e culturas regadas, no perímetro de rega do Roxo. Selecionaram-se dez locais, com amendoal, olival, citrinos e romãs instalados em solos AL, LV, RG, PL e VR (WRB 2014). As culturas estudadas apresentavam tolerâncias diferentes à salinidade do solo. As campanhas de monitorização decorreram de maio de 2019 a maio de 2021. Colheram-se amostras de solo num máximo até 80 cm de profundidade, onde se determinou a condutividade elétrica do extrato de saturação do solo (ECe). A condutividade elétrica média da água de rega foi de 0,72 e de 0,66 dS/m em 2019/2020 e em 2021, respetivamente. A salinidade variou ao longo do tempo, mas sem atingir valores preocupantes para as culturas. Nas culturas sensíveis à salinidade (amendoal e citrinos), verificaram-se situações pontuais em que ECe em determinadas profundidades apresentava valores superiores ao limite de tolerância. No final dos ensaios, o solo apresentava valores de ECe muito próximos, ou mesmo inferiores, aos valores iniciais. Além da qualidade da água do Roxo indicar uma melhoria em relação a estudos anteriores, a precipitação ocorrida nos anos de 2019 a 2021 também contribuíu para a remoção de sais eventualmente acumulados.