Publicação
Análise ambiental e edáfica em área de transformação periurbana
| Resumo: | As características ambientais e edáficas são determinantes no processo de pedogenése e condicionam a capacidade de uso do solo. Na bacia hidrográfica da ribeira do Covões, em Coimbra, avaliaram-se sete variáveis ambientais e as características físico-químicas do solo, as quais determinam a capacidade de uso do solo. Elaborou-se a cartografia da capacidade de uso, estando representadas as classes B, Bh, C, Cs D, Ds e E. A caracterização evidência o predomínio dos solos com baixa capacidade produtiva e aptidão essencialmente florestal ou utilização agrícola pouco intensiva. Sendo um espaço com elevada dinâmica de peri-urbanização, avaliou-se o uso/ocupação do solo nos anos de 1958 e 2002, o que demonstrou a importância da ocupação florestal, a elevada perda de uso agrícola, e o incremento das áreas urbanas e com equipamentos e infra-estruturas. Foi possível relacionar a capacidade de uso do solo com a alteração de uso e ocupação, a qual revelou o aumento da ocupação urbana em solos de classe C e D; a diminuição da ocupação agrícola em solos de classe E, D e C; o aumento da ocupação florestal em áreas de classe E, D e C; e o aumento das zonas descobertas sem ou com pouca vegetação em solos da classe E de capacidade de uso. |
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| Autores principais: | Pato, Rosinda Leonor |
| Outros Autores: | Magalhães, Maria do Carmo; Tavares, Alexandre O. |
| Assunto: | Geral |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal |
| Idioma: | português |
| Origem: | Revista de Ciências Agrárias |
| Resumo: | As características ambientais e edáficas são determinantes no processo de pedogenése e condicionam a capacidade de uso do solo. Na bacia hidrográfica da ribeira do Covões, em Coimbra, avaliaram-se sete variáveis ambientais e as características físico-químicas do solo, as quais determinam a capacidade de uso do solo. Elaborou-se a cartografia da capacidade de uso, estando representadas as classes B, Bh, C, Cs D, Ds e E. A caracterização evidência o predomínio dos solos com baixa capacidade produtiva e aptidão essencialmente florestal ou utilização agrícola pouco intensiva. Sendo um espaço com elevada dinâmica de peri-urbanização, avaliou-se o uso/ocupação do solo nos anos de 1958 e 2002, o que demonstrou a importância da ocupação florestal, a elevada perda de uso agrícola, e o incremento das áreas urbanas e com equipamentos e infra-estruturas. Foi possível relacionar a capacidade de uso do solo com a alteração de uso e ocupação, a qual revelou o aumento da ocupação urbana em solos de classe C e D; a diminuição da ocupação agrícola em solos de classe E, D e C; o aumento da ocupação florestal em áreas de classe E, D e C; e o aumento das zonas descobertas sem ou com pouca vegetação em solos da classe E de capacidade de uso. |
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