Publicação
A relação entre perturbação pós-stress traumático e qualidade de vida em jovens com história de trauma
| Resumo: | A presente dissertação teve como objetivo analisar a relação entre Perturbação Pós-Stress Traumático (PPST) e Qualidade de Vida em jovens com história de trauma, composta por jovens em situação de acolhimento e jovens que frequentam Escolas Profissionais. As novidades deste estudo prenderam-se com a utilização de uma amostra em que foi relatado pelo menos um acontecimento traumático (preenchimento do Critério A) e a utilização de questionários que avaliam a sintomatologia de PPST segundo o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders - 5 (DSM-V). Método: O estudo incluiu 372 jovens, dos quais 224 (60.2%) eram estudantes do ensino profissional e 148 (39.8%) eram residentes em Casas de Acolhimento, com idades compreendidas entre 13 e os 17 anos (M = 15.89; DP = 1.26). Os instrumentos administrados foram: Questionário Sócio-Demográfico; Lista de Acontecimentos Traumáticos (LEC-5); Escala de Sintomatologia de PPST na Infância - V (CPSS-V) e Questionário da Qualidade de Vida Pediátrica (PedsQL). Resultados: Os principais resultados revelaram que níveis mais elevados de sintomatologia de PPST foram associados a menores níveis de qualidade de vida. Os jovens pertencentes ao grupo de comparação (escolas profissionais) relataram níveis mais elevados de qualidade de vida, nomeadamente na subescala escola e relações interpessoais. Conclusões: Intervir na prevenção da exposição ao trauma, bem como na prevenção do desenvolvimento de PTSD em resultado da exposição, estará a contribuir para diminuir o consequente impacto negativo na qualidade de vida dos jovens. |
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| Autores principais: | Araújo, Joana Sofia da Silva |
| Assunto: | MESTRADO EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE PSICOLOGIA PSICOLOGIA CLÍNICA PERTURBAÇÃO DE STRESS PÓS-TRAUMÁTICO QUALIDADE DE VIDA JOVENS TRAUMAS PSYCHOLOGY CLINICAL PSYCHOLOGY POST-TRAUMATIC STRESS DISORDER QUALITY OF LIFE YOUNG PEOPLE TRAUMAS |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Grupo Lusófona |
| Idioma: | português |
| Origem: | ReCiL - Repositório Científico Lusófona |
| Resumo: | A presente dissertação teve como objetivo analisar a relação entre Perturbação Pós-Stress Traumático (PPST) e Qualidade de Vida em jovens com história de trauma, composta por jovens em situação de acolhimento e jovens que frequentam Escolas Profissionais. As novidades deste estudo prenderam-se com a utilização de uma amostra em que foi relatado pelo menos um acontecimento traumático (preenchimento do Critério A) e a utilização de questionários que avaliam a sintomatologia de PPST segundo o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders - 5 (DSM-V). Método: O estudo incluiu 372 jovens, dos quais 224 (60.2%) eram estudantes do ensino profissional e 148 (39.8%) eram residentes em Casas de Acolhimento, com idades compreendidas entre 13 e os 17 anos (M = 15.89; DP = 1.26). Os instrumentos administrados foram: Questionário Sócio-Demográfico; Lista de Acontecimentos Traumáticos (LEC-5); Escala de Sintomatologia de PPST na Infância - V (CPSS-V) e Questionário da Qualidade de Vida Pediátrica (PedsQL). Resultados: Os principais resultados revelaram que níveis mais elevados de sintomatologia de PPST foram associados a menores níveis de qualidade de vida. Os jovens pertencentes ao grupo de comparação (escolas profissionais) relataram níveis mais elevados de qualidade de vida, nomeadamente na subescala escola e relações interpessoais. Conclusões: Intervir na prevenção da exposição ao trauma, bem como na prevenção do desenvolvimento de PTSD em resultado da exposição, estará a contribuir para diminuir o consequente impacto negativo na qualidade de vida dos jovens. |
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