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Dirofilariose Canina

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Resumo:O presente relatório refere-se a um estágio curricular que decorreu entre os dias 1 de Setembro de 2015 e 1 de Janeiro de 2016, sendo que, este, se dividiu em duas partes: A primeira, de 1 de Setembro a 1 de Novembro de 2015, na Sociedade Veterinária de Coruche, em animais de grande porte, sob a orientação do Dr. Luís Pissarra e a segunda parte, na clínica veterinária VetHelp, no Pinhal Novo, em animais de companhia com a orientação e colaboração do Dr. João Miguel Feijão. No que diz respeito ao estágio de grandes animais, as espécies observadas foram Bovinos (52%), Ovinos (46%), Caprinos (2%) e Equinos (0%). Relativamente á área clínica com maior incidência destacou-se a Sanidade (87%), seguida da Reprodução (6%), Identificação de animais (4%) e por fim a clínica médica (3%). Relativamente ao estágio em animais de companhia, as espécies presenciadas foram Canídeos (83%) e felideos (17%). A Medicina Preventiva, ou profilática foi a que registou maior número de casos, com (55%) dos casos observados, continuamente a clínica Médica (37%) e a clínica Cirúrgica conta com (8%) dos casos. A dirofilariose canina causada pelo D. Immitis é uma doença causada por um nemátode, cujo seu hospedeiro intermediário pela qual é transmitido é um culicoide. O cão é o seu hospedeiro definitivo, e os adultos alojam-se na artéria pulmonar e ventrículo direito. A maioria dos animais infectados são assintomáticos, porém o aparecimento dos sintomas pode variar dependendo do tempo de infecção e da carga parasitária. O diagnóstico da doença pode ser concluído de diversas formas como, detecção de microfilárias na gota a fresco, ecocardiografia, radiografia e serologia. A eficácia do tratamento depende do quadro clínico e do repouso do animal durante o mesmo. Relativamente á profilaxia, a prevenção da doença deve ser sempre um propósito a cumprir (Meireles, Paulus & Serrão, 2014).
Autores principais:Salgueiro, Joana Matado
Assunto:MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA VETERINÁRIA VETERINÁRIA CÃES ECOCARDIOGRAFIA CANÍDEOS DOENÇAS PARASITÁRIAS HELMINTAS MEDICINA VETERINÁRIA CARDIOLOGIA VETERINÁRIA DOGS ECHOCARDIOGRAPHY CANIDS PARASITIC DISEASES HELMINTHS VETERINARY MEDICINE VETERINARY CARDIOLOGY
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Grupo Lusófona
Idioma:português
Origem:ReCiL - Repositório Científico Lusófona
Descrição
Resumo:O presente relatório refere-se a um estágio curricular que decorreu entre os dias 1 de Setembro de 2015 e 1 de Janeiro de 2016, sendo que, este, se dividiu em duas partes: A primeira, de 1 de Setembro a 1 de Novembro de 2015, na Sociedade Veterinária de Coruche, em animais de grande porte, sob a orientação do Dr. Luís Pissarra e a segunda parte, na clínica veterinária VetHelp, no Pinhal Novo, em animais de companhia com a orientação e colaboração do Dr. João Miguel Feijão. No que diz respeito ao estágio de grandes animais, as espécies observadas foram Bovinos (52%), Ovinos (46%), Caprinos (2%) e Equinos (0%). Relativamente á área clínica com maior incidência destacou-se a Sanidade (87%), seguida da Reprodução (6%), Identificação de animais (4%) e por fim a clínica médica (3%). Relativamente ao estágio em animais de companhia, as espécies presenciadas foram Canídeos (83%) e felideos (17%). A Medicina Preventiva, ou profilática foi a que registou maior número de casos, com (55%) dos casos observados, continuamente a clínica Médica (37%) e a clínica Cirúrgica conta com (8%) dos casos. A dirofilariose canina causada pelo D. Immitis é uma doença causada por um nemátode, cujo seu hospedeiro intermediário pela qual é transmitido é um culicoide. O cão é o seu hospedeiro definitivo, e os adultos alojam-se na artéria pulmonar e ventrículo direito. A maioria dos animais infectados são assintomáticos, porém o aparecimento dos sintomas pode variar dependendo do tempo de infecção e da carga parasitária. O diagnóstico da doença pode ser concluído de diversas formas como, detecção de microfilárias na gota a fresco, ecocardiografia, radiografia e serologia. A eficácia do tratamento depende do quadro clínico e do repouso do animal durante o mesmo. Relativamente á profilaxia, a prevenção da doença deve ser sempre um propósito a cumprir (Meireles, Paulus & Serrão, 2014).