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Cultura equitativa em ambientes culturais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A cultura da equidade concebe-se, interioriza-se, cultiva-se e multiplica-se em partilha, desenvolve-se e testa-se, aplica-se e valida-se na sua implementação na família, na comunidade e na sociedade, impondo-se aos cidadãos, com a mais diversa natureza de desvantagens ou anomalias, e aos cidadãos, sem essas limitações, como uma árdua e grata missão em motivação social, pesquisa e investigação, natural escorreiteza em sensibilidade e abertura à mútua aceitação uns dos outros e intercompreensão nas formas de adaptação de tudo a todos, em acessibilidade e usabilidade no mundo. A cultura equitativa tem de assumir-se como uma estrutura dialogal humana, que procura consensualizar comunidades e multiplicá-las numa configuração funcional e operacional no modo de atuação empresarial, organizacional e institucional, gerando e fundamentando cada vez mais solidariedade em dignidade na partilha, na qualidade e igualdade de direitos e oportunidades para todos os cidadãos. A cultura da equidade, como expressão aglutinadora de sensibilidades e de realizações para o bem de todos na sociedade, exige uma mútua e firme consciência científica e solidária na sua viabilização, como uma longa e feliz caminhada, e paixão no alcançar progressivo de êxitos na sua consumação por etapas, cientes de que "nada de grande no mundo se cumpre sem paixão" (Hegel).
Autores principais:GUERREIRO, AUGUSTO DEODATO
Assunto:MUSEOLOGY SOCIOMUSEOLOGY CULTURE EQUITY MUSEOLOGIA SOCIOMUSEOLOGIA CULTURA EQUIDADE TIFLOLOGIA
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Grupo Lusófona
Idioma:português
Origem:ReCiL - Repositório Científico Lusófona
Descrição
Resumo:A cultura da equidade concebe-se, interioriza-se, cultiva-se e multiplica-se em partilha, desenvolve-se e testa-se, aplica-se e valida-se na sua implementação na família, na comunidade e na sociedade, impondo-se aos cidadãos, com a mais diversa natureza de desvantagens ou anomalias, e aos cidadãos, sem essas limitações, como uma árdua e grata missão em motivação social, pesquisa e investigação, natural escorreiteza em sensibilidade e abertura à mútua aceitação uns dos outros e intercompreensão nas formas de adaptação de tudo a todos, em acessibilidade e usabilidade no mundo. A cultura equitativa tem de assumir-se como uma estrutura dialogal humana, que procura consensualizar comunidades e multiplicá-las numa configuração funcional e operacional no modo de atuação empresarial, organizacional e institucional, gerando e fundamentando cada vez mais solidariedade em dignidade na partilha, na qualidade e igualdade de direitos e oportunidades para todos os cidadãos. A cultura da equidade, como expressão aglutinadora de sensibilidades e de realizações para o bem de todos na sociedade, exige uma mútua e firme consciência científica e solidária na sua viabilização, como uma longa e feliz caminhada, e paixão no alcançar progressivo de êxitos na sua consumação por etapas, cientes de que "nada de grande no mundo se cumpre sem paixão" (Hegel).