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Análise contrastiva, interlinguística e intermodal de quatro traduções da obra 1984, de George Orwell

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Detalhes bibliográficos
Resumo:1984 (Nineteen Eighty-four) de George Orwell é uma obra muito lida e conhecida em todo o mundo. Nesta dissertação procura-se perceber as razões que levaram George Orwell a escrever esta obra, bem como o porquê de o livro continuar a ser tão lido e (re)traduzido até hoje, após o que se faz uma análise de três das traduções interlinguísticas recentemente publicadas: duas para português europeu (por Geraldo Quintas da Porto Editora e José Miguel Silva do Relógio D’Água) e uma para português variante brasileira por Heloisa Jahn & Alexandre Hubner, dando especial ênfase à problemática das perdas e dos ganhos, bem como da equivalência cultural na tradução literária. Finalmente, é feita uma análise comparativa do texto original com a sua tradução intersemiótica para banda desenhada por Fido Nesti, onde se pretende mostrar as eventuais perdas e ganhos, bem como os problemas de equivalência da tradução entre códigos verbais, códigos verbo-icónicos e códigos não-verbais. Neste trabalho de investigação e de análise tradutológica apoiamo-nos nas teorias de autores como Lawrence Venuti, Julio Plaza e Aba-Carina Parlôg, Jean-Paul Vinay & Jean Darbelnet e Peter Newmark para fundamentar as nossas opiniões e conclusões.
Autores principais:Sousa, Márcio Eduardo Barroso
Assunto:George Orwell Tradução literária Tradução interlinguística Tradução intersemiótica Literary translation Interlingual translation Intersemiotic translation
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico do Porto
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto
Descrição
Resumo:1984 (Nineteen Eighty-four) de George Orwell é uma obra muito lida e conhecida em todo o mundo. Nesta dissertação procura-se perceber as razões que levaram George Orwell a escrever esta obra, bem como o porquê de o livro continuar a ser tão lido e (re)traduzido até hoje, após o que se faz uma análise de três das traduções interlinguísticas recentemente publicadas: duas para português europeu (por Geraldo Quintas da Porto Editora e José Miguel Silva do Relógio D’Água) e uma para português variante brasileira por Heloisa Jahn & Alexandre Hubner, dando especial ênfase à problemática das perdas e dos ganhos, bem como da equivalência cultural na tradução literária. Finalmente, é feita uma análise comparativa do texto original com a sua tradução intersemiótica para banda desenhada por Fido Nesti, onde se pretende mostrar as eventuais perdas e ganhos, bem como os problemas de equivalência da tradução entre códigos verbais, códigos verbo-icónicos e códigos não-verbais. Neste trabalho de investigação e de análise tradutológica apoiamo-nos nas teorias de autores como Lawrence Venuti, Julio Plaza e Aba-Carina Parlôg, Jean-Paul Vinay & Jean Darbelnet e Peter Newmark para fundamentar as nossas opiniões e conclusões.