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A realização como reflexo absurdo da existência em A Eternidade e uma Noite

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este ensaio foca-se, de um ponto de vista existencialista, na reflexão do realizador sobre o ‘mundo absurdo’ que o rodeia. Baseando-se no movimento filosófico, pretende a análise sobre o realizador e autor reflexivos, estudando de que forma o autor se vê nos elementos que compõem a cena, como o protagonista e outros elementos cénicos. A revisão bibliográfica para os conceitos em análise assentou na literatura de Camus, no movimento da Nouvelle Vague, com o dispositivo de Godard em primeiro plano e ainda na pintura de Hopper. A componente empírica consistiu no desenvolvimento e conclusão da curta-metragem A Eternidade e Uma Noite, refletindo sobre a influência que os movimentos acima mencionados tiveram na sua construção.
Autores principais:Cunha, Tomás Simões Barão da
Assunto:Existencialismo Autor reflexivo Absurdo Existentialism Reflective author Absurdism
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico do Porto
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto
Descrição
Resumo:Este ensaio foca-se, de um ponto de vista existencialista, na reflexão do realizador sobre o ‘mundo absurdo’ que o rodeia. Baseando-se no movimento filosófico, pretende a análise sobre o realizador e autor reflexivos, estudando de que forma o autor se vê nos elementos que compõem a cena, como o protagonista e outros elementos cénicos. A revisão bibliográfica para os conceitos em análise assentou na literatura de Camus, no movimento da Nouvelle Vague, com o dispositivo de Godard em primeiro plano e ainda na pintura de Hopper. A componente empírica consistiu no desenvolvimento e conclusão da curta-metragem A Eternidade e Uma Noite, refletindo sobre a influência que os movimentos acima mencionados tiveram na sua construção.