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O diário gráfico, como meio para minorar o desânimo pelo desenho no 3.º ciclo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste relatório final, integrado no Mestrado em Ensino de Educação Visual e Tecnológica, fazem-se reflexões sobre questões científico-didáticas que se desejam partilhar. Tais reflexões decorrem das Práticas Educativas Supervisionadas, PES I, II e III, de que aqui se faz um breve resumo como nos foi solicitado, bem como investigação realizada na PES III, que tratou de uma experiência de aplicação do Diário Gráfico, como possível meio, para tentar minorar o conhecido desânimo pelo desenho, que costuma ocorrer no início da adolescência. Neste relatório descreve-se o modo como se aplicou o Diário Gráfico, tentando tirar partido das suas qualidades e potencialidades, uma das quais me parece ser importante, o facto de o Diário Gráfico ser um espaço para experiências, suporte que é trabalhado pelo aluno fundamentalmente a sós. Daqui ressalta intimismo que pode proporcionar um incentivo à tentativa/erro, com o mínimo constrangimento e possivelmente uma maior desinibição e sensação de liberdade. O Diário Gráfico induz também à cultura do esforço persistente, tão necessário para a progressão no desenho. O resultado do esforço pode não ser imediato, mas a longo prazo será certamente compensador. A investigação, foi realizada na Escola Secundária Almeida Garrett, com a Turma 8ºC. Ter a oportunidade de trabalhar com uma turma do 8º ano, foi importante para o caso particular do desânimo pelo desenho, pois o início da adolescência é marcado por transformações físicas e psicológicas que influenciam esse desânimo.
Autores principais:Pereira, Diogo Pinto
Assunto:Educação visual Desenho Diário gráfico Visual education Drawing Sketchbook
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico do Porto
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto
Descrição
Resumo:Neste relatório final, integrado no Mestrado em Ensino de Educação Visual e Tecnológica, fazem-se reflexões sobre questões científico-didáticas que se desejam partilhar. Tais reflexões decorrem das Práticas Educativas Supervisionadas, PES I, II e III, de que aqui se faz um breve resumo como nos foi solicitado, bem como investigação realizada na PES III, que tratou de uma experiência de aplicação do Diário Gráfico, como possível meio, para tentar minorar o conhecido desânimo pelo desenho, que costuma ocorrer no início da adolescência. Neste relatório descreve-se o modo como se aplicou o Diário Gráfico, tentando tirar partido das suas qualidades e potencialidades, uma das quais me parece ser importante, o facto de o Diário Gráfico ser um espaço para experiências, suporte que é trabalhado pelo aluno fundamentalmente a sós. Daqui ressalta intimismo que pode proporcionar um incentivo à tentativa/erro, com o mínimo constrangimento e possivelmente uma maior desinibição e sensação de liberdade. O Diário Gráfico induz também à cultura do esforço persistente, tão necessário para a progressão no desenho. O resultado do esforço pode não ser imediato, mas a longo prazo será certamente compensador. A investigação, foi realizada na Escola Secundária Almeida Garrett, com a Turma 8ºC. Ter a oportunidade de trabalhar com uma turma do 8º ano, foi importante para o caso particular do desânimo pelo desenho, pois o início da adolescência é marcado por transformações físicas e psicológicas que influenciam esse desânimo.