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O perfil do professor de Formação Musical nos diferentes ciclos do ensino especializado de música

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente Relatório é elaborado no âmbito do mestrado em Ensino de Música – Ramo de Formação Musical e Classe de Conjunto na Escola Superior de Educação do Porto e Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto. Sendo o resultado das aprendizagens obtidas neste 2º ciclo de formação superior, este relatório, estruturado em três capítulos, visa aprofundar e refletir sobre a Prática de Ensino Supervisionada desenvolvida no Polo de Estágio – Academia de Música de Espinho. Começando pelo primeiro capítulo, este contextualiza o Polo de Estágio bem como, as respetivas turmas de Formação Musical e Classe de Conjunto. O segundo capítulo dedica-se à descrição pormenorizada das etapas necessárias que o estagiário se deparou ao longo de todo este processo: observação de aulas, planificação e lecionação, reflexão e avaliação. O terceiro capítulo destina-se ao projeto de Investigação que se encontra relacionado com os diferentes perfis dos docentes de Formação Musical nos respetivos ciclos de ensino. Tendo em conta esta realidade, importa clarificar se é preferível manter ou mudar de professor de Formação Musical nos diferentes ciclos de ensino, bem como, se seria, ou não, benéfico distinguir desde logo a formação docente em diferentes ciclos de estudos. A metodologia de investigação é de caráter qualitativo e a recolha de dados é feita através de inquérito por questionário aos alunos da Academia de Música de Espinho e entrevista semiestruturada ao diretor pedagógico, docentes de Formação Musical da respetiva academia bem como, da Escola Profissional e a todos os alunos da turma do 2º ano do 2º ciclo do mestrado em Formação Musical e Classe de conjunto. Após a apresentação e análise dos resultados obtidos, pode-se verificar que, para os docentes de Formação Musical e para os alunos da Academia de Música de Espinho, o ideal é manter o professor nos diferentes ciclos de ensino; na visão dos mestrandos, é desejável mudar de professor; na perspetiva do diretor pedagógico, nos níveis de pré-iniciação e iniciação musical (1º ciclo) é crucial manter o professor. No entanto, não vê qualquer entrave em mudar de professor a partir do 2º ciclo de ensino.
Autores principais:Martins, Lígia Isabel Santos
Assunto:Prática de ensino supervisionada Formação de Professores Perfil do professor de Formação Musical Supervised teaching pratice Teacher training Musical training teacher profile
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico do Porto
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto
Descrição
Resumo:O presente Relatório é elaborado no âmbito do mestrado em Ensino de Música – Ramo de Formação Musical e Classe de Conjunto na Escola Superior de Educação do Porto e Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto. Sendo o resultado das aprendizagens obtidas neste 2º ciclo de formação superior, este relatório, estruturado em três capítulos, visa aprofundar e refletir sobre a Prática de Ensino Supervisionada desenvolvida no Polo de Estágio – Academia de Música de Espinho. Começando pelo primeiro capítulo, este contextualiza o Polo de Estágio bem como, as respetivas turmas de Formação Musical e Classe de Conjunto. O segundo capítulo dedica-se à descrição pormenorizada das etapas necessárias que o estagiário se deparou ao longo de todo este processo: observação de aulas, planificação e lecionação, reflexão e avaliação. O terceiro capítulo destina-se ao projeto de Investigação que se encontra relacionado com os diferentes perfis dos docentes de Formação Musical nos respetivos ciclos de ensino. Tendo em conta esta realidade, importa clarificar se é preferível manter ou mudar de professor de Formação Musical nos diferentes ciclos de ensino, bem como, se seria, ou não, benéfico distinguir desde logo a formação docente em diferentes ciclos de estudos. A metodologia de investigação é de caráter qualitativo e a recolha de dados é feita através de inquérito por questionário aos alunos da Academia de Música de Espinho e entrevista semiestruturada ao diretor pedagógico, docentes de Formação Musical da respetiva academia bem como, da Escola Profissional e a todos os alunos da turma do 2º ano do 2º ciclo do mestrado em Formação Musical e Classe de conjunto. Após a apresentação e análise dos resultados obtidos, pode-se verificar que, para os docentes de Formação Musical e para os alunos da Academia de Música de Espinho, o ideal é manter o professor nos diferentes ciclos de ensino; na visão dos mestrandos, é desejável mudar de professor; na perspetiva do diretor pedagógico, nos níveis de pré-iniciação e iniciação musical (1º ciclo) é crucial manter o professor. No entanto, não vê qualquer entrave em mudar de professor a partir do 2º ciclo de ensino.