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Análise de solução alternativa para o tabuleiro de um viaduto de betão pré-fabricado

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este relatório visa apresentar o estudo de uma solução alternativa para o viaduto do nó rodoviário da Unidade Operativa de Luanda, Angola. Atualmente o nó encontra-se no cruzamento da Avenida Deolinda Rodrigues, que vai dar a estrada nacional de Catete, e as ruas Soba Mandume,1º de Agosto e Senado da Câmara. O objetivo é melhorar a qualidade do tráfego nesse nó através da introdução de um viaduto na Avenida Deolinda Rodrigues. Essa necessidade surge no âmbito da construção do Novo Aeroporto Internacional de Luanda (NAIL). Das diversas variantes existentes, foi adotado para o tabuleiro do viaduto um sistema estrutural de laje vigada, que descarrega num sistema de vigas travessas e pilares circulares. Os elementos são constituídos maioritariamente por betão armado e pré-esforçado. Inicialmente é feita a caraterização do local de implantação, analisando as condicionantes topográficas, rodoviárias, geológicas, hidrológicas e urbanas. Posteriormente é definida a implantação do novo viaduto e definida a sua geometria para uma correta caraterização do modelo de cálculo. Para o modelo de cálculo, recorreu-se ao programa AUTODESK ROBOT STRUCTURAL ANALISYS PROFESSIONAL, discretizando a estrutura através de um modelo de barras e painéis tridimensionais, de modo a efetuar uma análise global. Para tal, recorreu-se a normas e princípios de verificação da segurança de regulamentos europeus, nomeadamente Eurocódigos e também ao Regulamento de Segurança e Ações Para Estruturas de Edifícios e Pontes. Para a quantificação de ações foi utilizado o Regulamento Sul Africano “Code of Practice for the Design of Road Bridges and Culverts”. É feita uma descrição dos carregamentos e das combinações de ações consideradas durante a análise em Estado Limite Último e Estado Limite de Utilização, tendo em conta, também, o faseamento construtivo.
Autores principais:Graça, Carla Rejane da Costa
Assunto:Viaduto Pré-fabricação Pré-esforço Código Sul-africano Viaduct Prefabrication Prestressing South African code
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico do Porto
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto
Descrição
Resumo:Este relatório visa apresentar o estudo de uma solução alternativa para o viaduto do nó rodoviário da Unidade Operativa de Luanda, Angola. Atualmente o nó encontra-se no cruzamento da Avenida Deolinda Rodrigues, que vai dar a estrada nacional de Catete, e as ruas Soba Mandume,1º de Agosto e Senado da Câmara. O objetivo é melhorar a qualidade do tráfego nesse nó através da introdução de um viaduto na Avenida Deolinda Rodrigues. Essa necessidade surge no âmbito da construção do Novo Aeroporto Internacional de Luanda (NAIL). Das diversas variantes existentes, foi adotado para o tabuleiro do viaduto um sistema estrutural de laje vigada, que descarrega num sistema de vigas travessas e pilares circulares. Os elementos são constituídos maioritariamente por betão armado e pré-esforçado. Inicialmente é feita a caraterização do local de implantação, analisando as condicionantes topográficas, rodoviárias, geológicas, hidrológicas e urbanas. Posteriormente é definida a implantação do novo viaduto e definida a sua geometria para uma correta caraterização do modelo de cálculo. Para o modelo de cálculo, recorreu-se ao programa AUTODESK ROBOT STRUCTURAL ANALISYS PROFESSIONAL, discretizando a estrutura através de um modelo de barras e painéis tridimensionais, de modo a efetuar uma análise global. Para tal, recorreu-se a normas e princípios de verificação da segurança de regulamentos europeus, nomeadamente Eurocódigos e também ao Regulamento de Segurança e Ações Para Estruturas de Edifícios e Pontes. Para a quantificação de ações foi utilizado o Regulamento Sul Africano “Code of Practice for the Design of Road Bridges and Culverts”. É feita uma descrição dos carregamentos e das combinações de ações consideradas durante a análise em Estado Limite Último e Estado Limite de Utilização, tendo em conta, também, o faseamento construtivo.