Publicação
Quisto de Klestadt: Relato de caso clínico
| Resumo: | Relata-se o caso de uma mulher de 68 anos, com história de tumefação nasolabial direita, com 5 anos de evolução e com intercorrências infeciosas associadas. Ao exame objetivo apresentava uma lesão com cerca de 2,5cm, regular, móvel, não aderente aos planos profundos, com procidência e obstrução do vestíbulo nasal, elevação da cartilagem alar nasal e do lábio superior homolaterais. A tomografia computadorizada caracterizou uma lesão de densidade de tecidos moles que causava moldagem óssea subjacente e abaulamento interno da asa do nariz, com redução do vestíbulo nasal direito. Foi realizada enucleação quística por via intraoral. O exame anatomopatológico confirmou o diagnóstico de quisto de Klestadt. O pós-operatório decorreu sem intercorrências e sem evidência de recidiva a 1 ano. Revisão bibliográfica sobre o tema. |
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| Autores principais: | Melo, M |
| Outros Autores: | Rito, J; Orfão, J; Cardoso, M; Freire, F |
| Assunto: | Sulco nasolabial Assimetria facial Obstrução nasal |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca E.P.E. |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca |
| Resumo: | Relata-se o caso de uma mulher de 68 anos, com história de tumefação nasolabial direita, com 5 anos de evolução e com intercorrências infeciosas associadas. Ao exame objetivo apresentava uma lesão com cerca de 2,5cm, regular, móvel, não aderente aos planos profundos, com procidência e obstrução do vestíbulo nasal, elevação da cartilagem alar nasal e do lábio superior homolaterais. A tomografia computadorizada caracterizou uma lesão de densidade de tecidos moles que causava moldagem óssea subjacente e abaulamento interno da asa do nariz, com redução do vestíbulo nasal direito. Foi realizada enucleação quística por via intraoral. O exame anatomopatológico confirmou o diagnóstico de quisto de Klestadt. O pós-operatório decorreu sem intercorrências e sem evidência de recidiva a 1 ano. Revisão bibliográfica sobre o tema. |
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