Publicação
Argamassas de cimento romano utilizadas em edifícios do início do século XX
| Resumo: | A conservação e a reabilitação têm vindo a assumir uma maior importância, afirmando-se como uma alternativa à construção de novos edifícios e como uma solução de reabilitação do património edificado. O cimento romano foi um dos principais materiais utilizados para revestir as fachadas de edifícios do século XIX e início do século XX. No entanto, com o surgimento de novos materiais este caiu em desuso e a falta de conhecimento sobre este material levou à utilização de ligantes inadequados na conservação destes edifícios. Desta forma, o cimento romano apresenta agora um novo interesse para a reabilitação, uma vez que deve ser sempre considerada a compatibilidade e a semelhança dos materiais. A presente dissertação estuda o comportamento de argamassas à base de cimento romano, recorrendo a diferentes ligantes e traços volumétricos e realizando provetes de argamassas. Neste contexto, foi realizado um conjunto de ensaios laboratoriais que permitiram a caracterização das matérias-primas utilizadas na produção das argamassas. Posteriormente, para que fosse possível obter uma comparação efetiva das argamassas em estudo, os provetes realizados foram submetidos a testes laboratoriais, sendo determinadas as principais características dos provetes ensaiados. Os dados obtidos indicam as tendências comportamentais das argamassas estudadas, permitindo avaliar o comportamento destas para a conservação e reabilitação de edifícios antigos e colmatando a falta de informação existente sobre as argamassas de cimento romano. |
|---|---|
| Autores principais: | Rocha, Diana Vizinho |
| Assunto: | Engenharia civil Argamassas Cimento Reabilitação de edifícios |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | A conservação e a reabilitação têm vindo a assumir uma maior importância, afirmando-se como uma alternativa à construção de novos edifícios e como uma solução de reabilitação do património edificado. O cimento romano foi um dos principais materiais utilizados para revestir as fachadas de edifícios do século XIX e início do século XX. No entanto, com o surgimento de novos materiais este caiu em desuso e a falta de conhecimento sobre este material levou à utilização de ligantes inadequados na conservação destes edifícios. Desta forma, o cimento romano apresenta agora um novo interesse para a reabilitação, uma vez que deve ser sempre considerada a compatibilidade e a semelhança dos materiais. A presente dissertação estuda o comportamento de argamassas à base de cimento romano, recorrendo a diferentes ligantes e traços volumétricos e realizando provetes de argamassas. Neste contexto, foi realizado um conjunto de ensaios laboratoriais que permitiram a caracterização das matérias-primas utilizadas na produção das argamassas. Posteriormente, para que fosse possível obter uma comparação efetiva das argamassas em estudo, os provetes realizados foram submetidos a testes laboratoriais, sendo determinadas as principais características dos provetes ensaiados. Os dados obtidos indicam as tendências comportamentais das argamassas estudadas, permitindo avaliar o comportamento destas para a conservação e reabilitação de edifícios antigos e colmatando a falta de informação existente sobre as argamassas de cimento romano. |
|---|