Publicação
Inventário da flora melífera e caracterização palinológica e físico-química do mel da Quinta Ecológica da Moita
| Resumo: | A Quinta Ecológica da Moita (QEM), projeto de educação ambiental, dispõe de um apiário onde é produzido mel, entre outros produtos apícolas. Dado o interesse pedagógico, a valorização em termos comerciais e de informação para os consumidores, considerou-se vantajoso determinar a origem floral e as caraterísticas físico-químicas do mel. A origem botânica foi estabelecida com a identificação e contagem de grãos de pólen e elementos de melada por microscopia ótica (MO). Adicionalmente, foram fotografados os 4 tipos polínicos dominantes pela técnica de microscopia eletrónica de varrimento (MEV). A avaliação da qualidade do mel obteve-se através dos parâmetros de humidade, cor, condutividade elétrica, acidez, pH, teor em hidroximetilfurfural (HMF), índice diastásico, prolina, perfil em açúcares, teor em fenóis totais, capacidade bloqueadora de radicais livres e poder redutor. Das 81 espécies de plantas inventariadas na QEM, 26 foram identificadas na amostra de mel analisada, sem que nenhuma delas ultrapassasse os 45% do total, o que determinou a sua classificação como mel multifloral. As espécies identificadas como mais abundantes foram Castanea sativa, Raphanus raphanistrum, Rubus ulmifolius e Eucalyptus spp. Os dados físico-químicos permitiram classificar o mel com boa qualidade por se encontrarem dentro dos padrões exigidos. Adicionalmente, a componente antioxidante mostrou-se relativamente forte devido aos resultados da capacidade bloqueadora de radicais livres e poder redutor, apresentados pelos respetivos testes, que atingiram um nível de (31,63 ± 0,07) mg mL-1 e (0,81± 0,06) mg mL-1 o equivalente a 80 % respetivamente. |
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| Autores principais: | Caravela, Marcelino |
| Outros Autores: | Vilas-Boas, Miguel; Russo-Almeida, Paulo; Silveira, Paulo |
| Assunto: | Mel Quinta ecológica Moita análises físico-químicas Espetro polínico |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | A Quinta Ecológica da Moita (QEM), projeto de educação ambiental, dispõe de um apiário onde é produzido mel, entre outros produtos apícolas. Dado o interesse pedagógico, a valorização em termos comerciais e de informação para os consumidores, considerou-se vantajoso determinar a origem floral e as caraterísticas físico-químicas do mel. A origem botânica foi estabelecida com a identificação e contagem de grãos de pólen e elementos de melada por microscopia ótica (MO). Adicionalmente, foram fotografados os 4 tipos polínicos dominantes pela técnica de microscopia eletrónica de varrimento (MEV). A avaliação da qualidade do mel obteve-se através dos parâmetros de humidade, cor, condutividade elétrica, acidez, pH, teor em hidroximetilfurfural (HMF), índice diastásico, prolina, perfil em açúcares, teor em fenóis totais, capacidade bloqueadora de radicais livres e poder redutor. Das 81 espécies de plantas inventariadas na QEM, 26 foram identificadas na amostra de mel analisada, sem que nenhuma delas ultrapassasse os 45% do total, o que determinou a sua classificação como mel multifloral. As espécies identificadas como mais abundantes foram Castanea sativa, Raphanus raphanistrum, Rubus ulmifolius e Eucalyptus spp. Os dados físico-químicos permitiram classificar o mel com boa qualidade por se encontrarem dentro dos padrões exigidos. Adicionalmente, a componente antioxidante mostrou-se relativamente forte devido aos resultados da capacidade bloqueadora de radicais livres e poder redutor, apresentados pelos respetivos testes, que atingiram um nível de (31,63 ± 0,07) mg mL-1 e (0,81± 0,06) mg mL-1 o equivalente a 80 % respetivamente. |
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