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A capacidade preditiva do resultado integral: um estudo em empresas portuguesas com valores cotados em bolsa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação tem como objetivo analisar a capacidade preditiva do resultado integral, com base numa amostra de empresas portuguesas, não financeiras, com valores cotados em bolsa. Para tal, compara-se a capacidade do resultado integral, versus o resultado líquido do período, prever os fluxos de caixa operacionais, o resultado operacional, o resultado líquido e o resultado integral do período seguinte. A evidência obtida não corrobora a superioridade da capacidade preditiva do resultado integral face ao resultado líquido do período. Observa-se que o resultado líquido do período é melhor do que o resultado integral, a prever o resultado operacional do período seguinte. Constata-se, ainda, que o resultado líquido e o resultado integral de um período são melhores a preverem-se a si próprios, do que a preverem os fluxos de caixa operacionais e o resultado operacional para o período seguinte.
Autores principais:Fonseca, Joana de Sousa
Assunto:Contabilidade Demonstrações financeiras Empresas cotadas
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Aveiro
Idioma:português
Origem:RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro
Descrição
Resumo:Esta dissertação tem como objetivo analisar a capacidade preditiva do resultado integral, com base numa amostra de empresas portuguesas, não financeiras, com valores cotados em bolsa. Para tal, compara-se a capacidade do resultado integral, versus o resultado líquido do período, prever os fluxos de caixa operacionais, o resultado operacional, o resultado líquido e o resultado integral do período seguinte. A evidência obtida não corrobora a superioridade da capacidade preditiva do resultado integral face ao resultado líquido do período. Observa-se que o resultado líquido do período é melhor do que o resultado integral, a prever o resultado operacional do período seguinte. Constata-se, ainda, que o resultado líquido e o resultado integral de um período são melhores a preverem-se a si próprios, do que a preverem os fluxos de caixa operacionais e o resultado operacional para o período seguinte.