Publicação
SMS: uma nova forma de comunicação, uma influência na língua portuguesa
| Resumo: | O setor das telecomunicações assumiu-se desde há duas décadas como crítico para o desenvolvimento de qualquer nação desenvolvida. Atualmente, a comunicação digital tornou-se tão frequente e natural como a comunicação verbal e a omnipresença da tecnologia e das formas digitais de comunicação nas vidas dos jovens leva alguns autores a nomearem esta como a “geração das vidas digitais” (GREEN, et al.,2007) Outro aspeto que caracteriza esta geração é a sua quase permanente disponibilidade para a comunicação digital, sendo classificada como “always-on” (OBLINGER 2004) Todas estas vertentes da relação dos jovens com a comunicação digital têm um elemento em comum que se destaca pela ubiquidade e elevada frequência de utilização: o telemóvel. Assim, constitui propósito desta dissertação avaliar de que forma as SMS são utilizadas como uma nova forma de comunicação escrita entre os jovens e também observar quais as mudanças, por estas criadas, na forma de escrita da faixa etária em estudo. A questão central da presente dissertação vai ao encontro de uma área que suscita bastante interesse pelas ramificações que tem na globalidade das relações da sociedade. É na geração considerada mais jovem que a evolução e utilização da tecnologia se fazer sentir com mais intensidade. Esta evolução tem contribuindo para um conceito que é identificado como uma “pseudo-evolução” da comunicação. Esta “pseudo-evolução” da comunicação tem a ver com as consequências supostamente negativas no vocabulário utilizado nas SMS, e que teve na sua base o fator número de mensagens, levando ao encurtar de palavras e a uma utilização de outras em contexto que não seria o mais adequado. Assim a vontade de compreender algo que muitos não percebem, que é como a tecnologia se está a sobrepor aos mais variados aspetos, desde os costumes à nossa cultura escrita que vai ganhando aos poucos um novo vocabulário que começa a ser cada vez mais popularizado por esta geração, tornou-se o motor da elaboração do presente. |
|---|---|
| Autores principais: | Santos, André Mosqueira Alves de Almeida |
| Assunto: | Línguas e relações empresariais Telefones celulares Comunicação interpessoal Comunicações móveis |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | O setor das telecomunicações assumiu-se desde há duas décadas como crítico para o desenvolvimento de qualquer nação desenvolvida. Atualmente, a comunicação digital tornou-se tão frequente e natural como a comunicação verbal e a omnipresença da tecnologia e das formas digitais de comunicação nas vidas dos jovens leva alguns autores a nomearem esta como a “geração das vidas digitais” (GREEN, et al.,2007) Outro aspeto que caracteriza esta geração é a sua quase permanente disponibilidade para a comunicação digital, sendo classificada como “always-on” (OBLINGER 2004) Todas estas vertentes da relação dos jovens com a comunicação digital têm um elemento em comum que se destaca pela ubiquidade e elevada frequência de utilização: o telemóvel. Assim, constitui propósito desta dissertação avaliar de que forma as SMS são utilizadas como uma nova forma de comunicação escrita entre os jovens e também observar quais as mudanças, por estas criadas, na forma de escrita da faixa etária em estudo. A questão central da presente dissertação vai ao encontro de uma área que suscita bastante interesse pelas ramificações que tem na globalidade das relações da sociedade. É na geração considerada mais jovem que a evolução e utilização da tecnologia se fazer sentir com mais intensidade. Esta evolução tem contribuindo para um conceito que é identificado como uma “pseudo-evolução” da comunicação. Esta “pseudo-evolução” da comunicação tem a ver com as consequências supostamente negativas no vocabulário utilizado nas SMS, e que teve na sua base o fator número de mensagens, levando ao encurtar de palavras e a uma utilização de outras em contexto que não seria o mais adequado. Assim a vontade de compreender algo que muitos não percebem, que é como a tecnologia se está a sobrepor aos mais variados aspetos, desde os costumes à nossa cultura escrita que vai ganhando aos poucos um novo vocabulário que começa a ser cada vez mais popularizado por esta geração, tornou-se o motor da elaboração do presente. |
|---|