Publicação
Desenvolvimento e estabelecimento de linha celular de blástula de Xenopus laevis
| Resumo: | A redução do uso de experimentação animal tem-se tornado uma prioridade nos últimos anos. As metodologias in vitro, nomeadamente através da realização de experiências com linhas celulares, têm demonstrado constituir uma alternativa rápida, simples, de baixo custo e sensível à experimentação animal. O desenvolvimento destas metodologias é particularmente relevante no contexto de avaliação de risco (AR) de contaminação em anfíbios, uma vez que esta Classe de vertebrados apresenta uma grande proporção de espécies ameaçadas a nível mundial, sendo a poluição um dos principais fatores a contribuir para esse declínio. O presente estudo pretendeu isolar e desenvolver uma linha celular de blástula da espécie de anfíbio Xenopus laevis, de modo a poderem ser utilizadas em fases iniciais de AR de compostos químicos em anfíbios. Para tal, utilizaram-se embriões de X. laevis em fase de blástula aos quais se removeu a gelatina e a membrana vitelina. Foram testados vários protocolos de descontaminação dos ovos e diferentes condições de cultura celular, variando o meio de cultura, e as concentrações de antibiótico e fungicida. O presente trabalho permitiu desta forma o desenvolvimento de uma cultura celular primária proveniente do estádio de desenvolvimento de blástula de X. laevis. |
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| Autores principais: | Pires, Helena |
| Outros Autores: | Bastos, Verónica; Oliveira, Helena; Lopes, Isabel |
| Assunto: | Culturas celulares In vitro Xenopus laevis Rã-de-unhas-africana Anfíbios Linha celular de embrião |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | A redução do uso de experimentação animal tem-se tornado uma prioridade nos últimos anos. As metodologias in vitro, nomeadamente através da realização de experiências com linhas celulares, têm demonstrado constituir uma alternativa rápida, simples, de baixo custo e sensível à experimentação animal. O desenvolvimento destas metodologias é particularmente relevante no contexto de avaliação de risco (AR) de contaminação em anfíbios, uma vez que esta Classe de vertebrados apresenta uma grande proporção de espécies ameaçadas a nível mundial, sendo a poluição um dos principais fatores a contribuir para esse declínio. O presente estudo pretendeu isolar e desenvolver uma linha celular de blástula da espécie de anfíbio Xenopus laevis, de modo a poderem ser utilizadas em fases iniciais de AR de compostos químicos em anfíbios. Para tal, utilizaram-se embriões de X. laevis em fase de blástula aos quais se removeu a gelatina e a membrana vitelina. Foram testados vários protocolos de descontaminação dos ovos e diferentes condições de cultura celular, variando o meio de cultura, e as concentrações de antibiótico e fungicida. O presente trabalho permitiu desta forma o desenvolvimento de uma cultura celular primária proveniente do estádio de desenvolvimento de blástula de X. laevis. |
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