Publicação
Educação em ciências com orientação CTS/PC no 1º CEB
| Resumo: | Este estudo visa relatar um projecto de investigação para o 1.º e 2.º ano de escolaridade, do Primeiro Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB), tendo como orientações as finalidades da Educação em Ciências ligadas à perspectiva Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) e a promoção das capacidades de pensamento crítico (PC) nas crianças. Procura, também, potenciar a interdisciplinaridade entre as Ciências, a Matemática, a Língua Portuguesa, as Expressões e as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC). Neste contexto, foi necessário conceber/produzir, implementar e avaliar recursos didácticos para alunos do 1.º e 2.º ano de escolaridade, do 1.º CEB, com orientações CTS/PC, em contexto da interdisciplinaridade, de forma a apurar que aprendizagens, a nível conceptual, procedimental e atitudinal, desenvolvem os alunos com os recursos implementados. Estes recursos didácticos partem de situações-problema do dia-a-dia das crianças e pretendem que estas assumam um papel activo, interventivo e esclarecido na sociedade dos nossos dias no que diz respeito à temática trabalhada - a meteorologia. A investigação incidiu numa abordagem de tipo qualitativo, com o propósito de investigação e desenvolvimento de cariz exploratório. Na recolha de dados para apurar que aprendizagens, a nível conceptual, procedimental e atitudinal, desenvolvem os alunos com os recursos implementados recorreu-se à observação e à análise das produções dos alunos. Utilizaram-se diversos instrumentos de recolha de dados, tais como: o diário do investigador/professor; a lista de verificação e o inventário de auto-avaliação de desempenho do aluno. Os resultados evidenciaram que os recursos didácticos criados: promovem o debate sobre fenómenos meteorológicos discutindo questões como: “O que observaste?”; “Por que razão acontecem tais fenómenos”; possibilitam verificar o tempo meteorológico no local onde se vive em contraposição com um local no qual se viva a estação de ano oposta – Brasil; entre outros. Tudo aponta que os recursos didácticos concebidos são adequados para alunos do 1.º e 2.º anos de escolaridade, suscitam uma envolvência muito positiva, promovem e potenciam, entre outras, aprendizagens como: registo do tempo meteorológico num calendário e execução da respectiva análise e tratamento de dados; trabalhar em rede e consultar regularmente o blog de turma e editar comentários. Considerando a revisão de literatura efectuada ao longo deste processo, podemos afirmar que este estudo afigura-se um modesto contributo no âmbito da Educação em Ciências no 1.º CEB com orientações CTS/PC em contexto de interdisciplinaridade e poderá ser relevante para os docentes desse ciclo de ensino na medida em que disponibiliza recursos didácticos para a abordagem do tema da meteorologia nos primeiros dois anos formais de escolaridade. |
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| Autores principais: | Oliveira, Maria Salomé Pinto de |
| Assunto: | Ensino das ciências Interdisciplinaridade Desenvolvimento das crianças - Ensino básico 1º ciclo Pensamento crítico |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | Este estudo visa relatar um projecto de investigação para o 1.º e 2.º ano de escolaridade, do Primeiro Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB), tendo como orientações as finalidades da Educação em Ciências ligadas à perspectiva Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) e a promoção das capacidades de pensamento crítico (PC) nas crianças. Procura, também, potenciar a interdisciplinaridade entre as Ciências, a Matemática, a Língua Portuguesa, as Expressões e as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC). Neste contexto, foi necessário conceber/produzir, implementar e avaliar recursos didácticos para alunos do 1.º e 2.º ano de escolaridade, do 1.º CEB, com orientações CTS/PC, em contexto da interdisciplinaridade, de forma a apurar que aprendizagens, a nível conceptual, procedimental e atitudinal, desenvolvem os alunos com os recursos implementados. Estes recursos didácticos partem de situações-problema do dia-a-dia das crianças e pretendem que estas assumam um papel activo, interventivo e esclarecido na sociedade dos nossos dias no que diz respeito à temática trabalhada - a meteorologia. A investigação incidiu numa abordagem de tipo qualitativo, com o propósito de investigação e desenvolvimento de cariz exploratório. Na recolha de dados para apurar que aprendizagens, a nível conceptual, procedimental e atitudinal, desenvolvem os alunos com os recursos implementados recorreu-se à observação e à análise das produções dos alunos. Utilizaram-se diversos instrumentos de recolha de dados, tais como: o diário do investigador/professor; a lista de verificação e o inventário de auto-avaliação de desempenho do aluno. Os resultados evidenciaram que os recursos didácticos criados: promovem o debate sobre fenómenos meteorológicos discutindo questões como: “O que observaste?”; “Por que razão acontecem tais fenómenos”; possibilitam verificar o tempo meteorológico no local onde se vive em contraposição com um local no qual se viva a estação de ano oposta – Brasil; entre outros. Tudo aponta que os recursos didácticos concebidos são adequados para alunos do 1.º e 2.º anos de escolaridade, suscitam uma envolvência muito positiva, promovem e potenciam, entre outras, aprendizagens como: registo do tempo meteorológico num calendário e execução da respectiva análise e tratamento de dados; trabalhar em rede e consultar regularmente o blog de turma e editar comentários. Considerando a revisão de literatura efectuada ao longo deste processo, podemos afirmar que este estudo afigura-se um modesto contributo no âmbito da Educação em Ciências no 1.º CEB com orientações CTS/PC em contexto de interdisciplinaridade e poderá ser relevante para os docentes desse ciclo de ensino na medida em que disponibiliza recursos didácticos para a abordagem do tema da meteorologia nos primeiros dois anos formais de escolaridade. |
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