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Alterações linguísticas na demência do tipo Alzheimer: um estudo com doentes em fase inicial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Actualmente assiste-se a um aumento significativo da população idosa, devido ao aumento da esperança média de vida. O envelhecimento da população acarreta problemas de saúde, sendo que a linguagem é um importante factor para se manter um estilo de vida saudável e social. O presente estudo pretende identificar as dificuldades de linguagem/comunicação que os indivíduos enfrentam quando apresentam um quadro demencial do tipo Alzheimer e evidenciar as possibilidades da utilização da PALPA-P junto desta população. Tendo-se detectado uma lacuna em Portugal relativamente ao papel do Terapeuta da Fala na intervenção da linguagem em pacientes com demência do tipo Alzheimer, pretende-se também com este estudo enfatizar a importância do trabalho deste profissional no âmbito de uma equipa multidisciplinar. Objectivos: Verificar a existência de diferenças na linguagem de doentes com e sem Alzheimer. Metodologia: Avaliou-se grupos de oito doentes com DTA e oito indivíduos sem DTA. Aplicou-se cinco provas da PALPA–P, nomeadamente “Repetição de Frases”, “Leitura de Frases”, “Nomeação Oral”, “Compreensão Oral das relações Locativas” e “Escrita e Morfologia”. Realizou-se a anotação dos resultados obtidos, assim como uma análise comparativa entre os dois grupos estudados. Resultados: Verificou-se a existência de diferenças estatisticamente significativas para as provas “Repetição de Frases”, “Leitura de frases”, “Nomeação Oral”, Compreensão Oral de Relações Locativas”. Na prova “Escrita e Morfologia”, embora o desempenho dos doentes com DTA tenha sido bastante inferior ao grupo sem DTA, os resultados não foram estatisticamente significativos. Conclusão: De um modo geral verificou-se um desempenho inferior dos doentes com DTA quando comparados ao grupo sem DTA. Os resultados apontam para alterações da linguagem em doentes com DTA mesmo em fases iniciais.
Autores principais:Almeida, Ana Paula Silva
Assunto:Neurologia Doença de Alzheimer Perturbações da linguagem
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Aveiro
Idioma:português
Origem:RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro
Descrição
Resumo:Actualmente assiste-se a um aumento significativo da população idosa, devido ao aumento da esperança média de vida. O envelhecimento da população acarreta problemas de saúde, sendo que a linguagem é um importante factor para se manter um estilo de vida saudável e social. O presente estudo pretende identificar as dificuldades de linguagem/comunicação que os indivíduos enfrentam quando apresentam um quadro demencial do tipo Alzheimer e evidenciar as possibilidades da utilização da PALPA-P junto desta população. Tendo-se detectado uma lacuna em Portugal relativamente ao papel do Terapeuta da Fala na intervenção da linguagem em pacientes com demência do tipo Alzheimer, pretende-se também com este estudo enfatizar a importância do trabalho deste profissional no âmbito de uma equipa multidisciplinar. Objectivos: Verificar a existência de diferenças na linguagem de doentes com e sem Alzheimer. Metodologia: Avaliou-se grupos de oito doentes com DTA e oito indivíduos sem DTA. Aplicou-se cinco provas da PALPA–P, nomeadamente “Repetição de Frases”, “Leitura de Frases”, “Nomeação Oral”, “Compreensão Oral das relações Locativas” e “Escrita e Morfologia”. Realizou-se a anotação dos resultados obtidos, assim como uma análise comparativa entre os dois grupos estudados. Resultados: Verificou-se a existência de diferenças estatisticamente significativas para as provas “Repetição de Frases”, “Leitura de frases”, “Nomeação Oral”, Compreensão Oral de Relações Locativas”. Na prova “Escrita e Morfologia”, embora o desempenho dos doentes com DTA tenha sido bastante inferior ao grupo sem DTA, os resultados não foram estatisticamente significativos. Conclusão: De um modo geral verificou-se um desempenho inferior dos doentes com DTA quando comparados ao grupo sem DTA. Os resultados apontam para alterações da linguagem em doentes com DTA mesmo em fases iniciais.