Publicação
Tribalismo desportivo: validação de instrumento
| Resumo: | Esta dissertação pretende contribuir para a literatura uma análise da dimensão tribal de grupos de indivíduos que formam comunidades assentes no desporto, com o intuito de proporcionar às instituições uma explicação mais clara sobre este fenómeno. O conceito de tribos surgiu na década de 90, mas há poucos estudos em torno do conceito relacionado com o desporto. Este trabalho estuda a relação existente entre a tribo e o desporto, o seu envolvimento clubístico, o seu compromisso à equipa e a sua lealdade clubística. É também uma adaptação para Portugal do questionário “Tribalism, team brand loaylty, team brand value and personal/group identity” de Rudi Meir (2009). Com uma amostra de 734 indivíduos (M=423, F=311) analisámos o valor da marca equipa, a lealdade à marca equipa, a identidade social de grupo, a auto-identidade e as diferenças de género nas três variáveis anteriormente descritas. |
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| Autores principais: | Silva, Carolinne Pereira Rapiso da |
| Assunto: | Tribos Desporto Marketing desportivo Identidade social |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | Esta dissertação pretende contribuir para a literatura uma análise da dimensão tribal de grupos de indivíduos que formam comunidades assentes no desporto, com o intuito de proporcionar às instituições uma explicação mais clara sobre este fenómeno. O conceito de tribos surgiu na década de 90, mas há poucos estudos em torno do conceito relacionado com o desporto. Este trabalho estuda a relação existente entre a tribo e o desporto, o seu envolvimento clubístico, o seu compromisso à equipa e a sua lealdade clubística. É também uma adaptação para Portugal do questionário “Tribalism, team brand loaylty, team brand value and personal/group identity” de Rudi Meir (2009). Com uma amostra de 734 indivíduos (M=423, F=311) analisámos o valor da marca equipa, a lealdade à marca equipa, a identidade social de grupo, a auto-identidade e as diferenças de género nas três variáveis anteriormente descritas. |
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