Publicação
Reabilitação de aves marinhas no CRAM-ECOMARE
| Resumo: | Este relatório analisa dados recolhidos no CRAM – ECOMARE, durante o período de setembro de 2019 a fevereiro de 2020. Um total de 235 animais foi admitido no centro de reabilitação e verificou-se que a espécie com maior número de entradas foi Larus michahellis (44%), seguida de Larus fuscus (28%), sendo as aves juvenis as que registaram maior número de entradas (43%). Os animais admitidos provieram maioritariamente dos distritos de Aveiro, Coimbra e Leiria, e 93% dos animais chegaram vivos ao centro. Os Charadriiformes apresentaram níveis significativamente mais altos de indivíduos a entrar com “Evidência de Danos Físicos” e os Suliformes apresentaram níveis significativamente mais altos de indivíduos com “Evidência de Fraqueza”. A taxa de libertações (devolução ao Oceano) foi de 23% e a espécie com maior registo de devoluções foi Larus fuscus (47%). A taxa de insucesso de reabilitação (indivíduos eutanasiados depois de algum esforço de reabilitação ou que morreram durante a reabilitação) foi de 58%. O tempo médio de reabilitação variou entre 11 – 39 dias, sendo a espécie Morus bassanus a que deteve os maiores valores. “Traumatismo” foi a causa de entrada que revelou maior tempo de reabilitação até à libertação. |
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| Autores principais: | Vieira, Carlota Pita Correia Caleiro |
| Assunto: | Reabilitação animal Conservação Aves marinhas Centro de reabilitação Portugal |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | Este relatório analisa dados recolhidos no CRAM – ECOMARE, durante o período de setembro de 2019 a fevereiro de 2020. Um total de 235 animais foi admitido no centro de reabilitação e verificou-se que a espécie com maior número de entradas foi Larus michahellis (44%), seguida de Larus fuscus (28%), sendo as aves juvenis as que registaram maior número de entradas (43%). Os animais admitidos provieram maioritariamente dos distritos de Aveiro, Coimbra e Leiria, e 93% dos animais chegaram vivos ao centro. Os Charadriiformes apresentaram níveis significativamente mais altos de indivíduos a entrar com “Evidência de Danos Físicos” e os Suliformes apresentaram níveis significativamente mais altos de indivíduos com “Evidência de Fraqueza”. A taxa de libertações (devolução ao Oceano) foi de 23% e a espécie com maior registo de devoluções foi Larus fuscus (47%). A taxa de insucesso de reabilitação (indivíduos eutanasiados depois de algum esforço de reabilitação ou que morreram durante a reabilitação) foi de 58%. O tempo médio de reabilitação variou entre 11 – 39 dias, sendo a espécie Morus bassanus a que deteve os maiores valores. “Traumatismo” foi a causa de entrada que revelou maior tempo de reabilitação até à libertação. |
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