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SONAR: grafias efêmeras

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Resumo:O trabalho SONAR: Grafias Efêmeras é uma investigação práticoteórica que surge a partir de expedições in site nos arredores da cidade de Aveiro, Portugal. Em uma perspetiva exploradora, este projeto propõe refletir a ideia de Entre-Espaço, lugar limite conformado pela incursão do corpo motriz na paisagem e os procedimentos criadores em zonas de fronteira, sejam elas geográficas ou sensíveis, a fim de perceber o que pode o devaneio de coabitar as margens dos territórios. Assente as vivências e as ações performadas os trabalhos desenvolvidos organizam meios/mediums de acesso a EntreEspaços – ao propor procedimentos que friccionem dois espaçostempos reais, porém distantes, entre-tempos, incompossíveis a uma só vez, (ras)cunhar espaços de ausência e ubiquidade. Concomitantemente, dialogar a cerca das Identidades que são forjadas em territórios movediços, a condição do deslocamento e as noções de pertencimento que são também reflexionadas no corpo de trabalhos que compõem o ensaio imagético SONAR: Grafias Efêmeras Deste modo, o desenvolvimento das materializações plásticas e a discussão teórica apresentadas nesta investigação tomam como importantes referências as práticas e temáticas de Ana Mendieta, Francis Alÿs, Bill Viola, Giuseppe Penone, Allan Kaprow, Richard Long entre outros nomes da arte contemporânea quem e seus mais diversos procedimentos perpassam os caminhos da LandArt, Desenho, Video Art e da Escultura contemporâneas. A metodologia projetual fundamenta-se sobretudo na fenomenologia da Imaginação de Gaston Bachelard e seu viés poetizador das imagens do mundo, a partir deste diálogo primeiro recorre-se aos autor Francesco Careri, no que tange a caminhada como experiência artística e estética e autor Georges Didi-Huberman que aborda a relação do ver e da espacialidade da escultura. Assim sendo, recorre-se essencialmente a uma metodologia práticoteórica a partir de um corpus investigativo que percorre as beiras espaciais não apenas com os pés, mas que as avista com os olhos e os ouvidos e atravessa os territórios movediços com o gesto. Neste diálogo desenvolveu-se um trabalho que tem como orientação o sonar, um dispositivo navegante a locomover-se por sinais nos espaços estrangeiros.
Autores principais:Almeida, Olivia Matni
Assunto:Sonar Entre-Espaços Fronteira Grafia Efêmera Desenho
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Aveiro
Idioma:português
Origem:RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro
Descrição
Resumo:O trabalho SONAR: Grafias Efêmeras é uma investigação práticoteórica que surge a partir de expedições in site nos arredores da cidade de Aveiro, Portugal. Em uma perspetiva exploradora, este projeto propõe refletir a ideia de Entre-Espaço, lugar limite conformado pela incursão do corpo motriz na paisagem e os procedimentos criadores em zonas de fronteira, sejam elas geográficas ou sensíveis, a fim de perceber o que pode o devaneio de coabitar as margens dos territórios. Assente as vivências e as ações performadas os trabalhos desenvolvidos organizam meios/mediums de acesso a EntreEspaços – ao propor procedimentos que friccionem dois espaçostempos reais, porém distantes, entre-tempos, incompossíveis a uma só vez, (ras)cunhar espaços de ausência e ubiquidade. Concomitantemente, dialogar a cerca das Identidades que são forjadas em territórios movediços, a condição do deslocamento e as noções de pertencimento que são também reflexionadas no corpo de trabalhos que compõem o ensaio imagético SONAR: Grafias Efêmeras Deste modo, o desenvolvimento das materializações plásticas e a discussão teórica apresentadas nesta investigação tomam como importantes referências as práticas e temáticas de Ana Mendieta, Francis Alÿs, Bill Viola, Giuseppe Penone, Allan Kaprow, Richard Long entre outros nomes da arte contemporânea quem e seus mais diversos procedimentos perpassam os caminhos da LandArt, Desenho, Video Art e da Escultura contemporâneas. A metodologia projetual fundamenta-se sobretudo na fenomenologia da Imaginação de Gaston Bachelard e seu viés poetizador das imagens do mundo, a partir deste diálogo primeiro recorre-se aos autor Francesco Careri, no que tange a caminhada como experiência artística e estética e autor Georges Didi-Huberman que aborda a relação do ver e da espacialidade da escultura. Assim sendo, recorre-se essencialmente a uma metodologia práticoteórica a partir de um corpus investigativo que percorre as beiras espaciais não apenas com os pés, mas que as avista com os olhos e os ouvidos e atravessa os territórios movediços com o gesto. Neste diálogo desenvolveu-se um trabalho que tem como orientação o sonar, um dispositivo navegante a locomover-se por sinais nos espaços estrangeiros.