Publicação
ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) vs não-ESG: escolha de carteiras, volatilidade e retorno
| Resumo: | A crescente preocupação com o meio ambiente tem vindo a alterar os padrões de investimento verificados até ao momento. O surgimento de opções de investimento mais sustentáveis e amigas do ambiente tem vindo a alterar a perspetiva dos investidores face aos mercados mobiliários. Com este trabalho, pretendemos compreender qual tem sido essa evolução e de que forma estas alterações têm mudado o mercado mobiliário. Para isso, recorremos a dois conjuntos de ações: um ESG (Environmental, Social and Corporate Governance - Ambiente, Social e Governação Empresarial) e outro não-ESG (dados retirados da Euronext e do site Investing.com) no período de 03/01/2013 a 21/03/2022. Recorreu-se à análise de volatilidades e retornos utilizando-se metodologias de ARCH (autoregressive conditionally heteroskedasticity) / GARCH (generalized autoregressive conditional heteroskedasticity), e modelos de composição e avaliação de carteiras como Markowitz e o Rácio de Sharpe, procurando-se compreender qual o impacto da integração ESG nas carteiras de investimento. Conseguimos concluir que a integração ESG permite reduzir a volatilidade das carteiras, trazendo por isso benefícios para os investidores. Além disso, concluímos que a integração ESG permite melhorar o rácio de Sharpe das carteiras, contrariando assim a literatura mais antiga estudada neste artigo. Ainda observamos que são verificados efeitos ARCH e GARCH na generalidade das ações estudadas, tanto as ESG como não-ESG, o que nos permite verificar uma certa continuidade na evolução das ações. Estas conclusões são bastante relevantes, nomeadamente para os investidores, uma vez que contribuem para uma melhor avaliação no momento de constituir uma carteira de investimento. |
|---|---|
| Autores principais: | Castro, Miguel Dias |
| Assunto: | Investimentos Finanças ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) Retorno Volatilidade |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | A crescente preocupação com o meio ambiente tem vindo a alterar os padrões de investimento verificados até ao momento. O surgimento de opções de investimento mais sustentáveis e amigas do ambiente tem vindo a alterar a perspetiva dos investidores face aos mercados mobiliários. Com este trabalho, pretendemos compreender qual tem sido essa evolução e de que forma estas alterações têm mudado o mercado mobiliário. Para isso, recorremos a dois conjuntos de ações: um ESG (Environmental, Social and Corporate Governance - Ambiente, Social e Governação Empresarial) e outro não-ESG (dados retirados da Euronext e do site Investing.com) no período de 03/01/2013 a 21/03/2022. Recorreu-se à análise de volatilidades e retornos utilizando-se metodologias de ARCH (autoregressive conditionally heteroskedasticity) / GARCH (generalized autoregressive conditional heteroskedasticity), e modelos de composição e avaliação de carteiras como Markowitz e o Rácio de Sharpe, procurando-se compreender qual o impacto da integração ESG nas carteiras de investimento. Conseguimos concluir que a integração ESG permite reduzir a volatilidade das carteiras, trazendo por isso benefícios para os investidores. Além disso, concluímos que a integração ESG permite melhorar o rácio de Sharpe das carteiras, contrariando assim a literatura mais antiga estudada neste artigo. Ainda observamos que são verificados efeitos ARCH e GARCH na generalidade das ações estudadas, tanto as ESG como não-ESG, o que nos permite verificar uma certa continuidade na evolução das ações. Estas conclusões são bastante relevantes, nomeadamente para os investidores, uma vez que contribuem para uma melhor avaliação no momento de constituir uma carteira de investimento. |
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