Publicação
Terrorismo poético : a influência da antiarte em manifestações políticas
| Resumo: | A presente dissertação visa refletir sobre as ideias e ações que marcaram a guerrilha artística no Brasil, quer durante o regime militar quer por ocasião de manifestações recentes contra as políticas públicas e econômicas ditadas pelo Neoliberalismo. Argumenta-se que este tipo de ações remonta a uma tradição utópica da arte, representada por dadaístas, surrealistas, Internacional Situacionista ou, mais recentemente, grupos underground como Luther Blisset. Estas correntes recusam a arte institucionalizada ou propõe sua abolição. A partir da década de 1990, artista e ativista político confundem-se, convergindo na figura do coletivo anônimo ou de nome múltiplo. Personagens mitopoéticas cuja estratégia passa também por uma crítica cerrada da impressa e televisão brasileiras, consideradas o braço midiático das reivindicações do mercado. Tratando-se de uma dissertação por projecto, esta assenta igualmente numa prática de experimentação e produção artística, da qual resultaram três projectos -- Esquina Democrática, O Papel Que Me É Dado pelo Estado, Sem Título e Sem Autor – desenvolvidos a partir das reflexões críticas e teóricas abordadas ao longo da investigação. |
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| Autores principais: | Silva, Joacélio Batista da |
| Assunto: | Criação artística contemporânea Mito Poesia - Política Manifestaçoes politicas - Arte |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | A presente dissertação visa refletir sobre as ideias e ações que marcaram a guerrilha artística no Brasil, quer durante o regime militar quer por ocasião de manifestações recentes contra as políticas públicas e econômicas ditadas pelo Neoliberalismo. Argumenta-se que este tipo de ações remonta a uma tradição utópica da arte, representada por dadaístas, surrealistas, Internacional Situacionista ou, mais recentemente, grupos underground como Luther Blisset. Estas correntes recusam a arte institucionalizada ou propõe sua abolição. A partir da década de 1990, artista e ativista político confundem-se, convergindo na figura do coletivo anônimo ou de nome múltiplo. Personagens mitopoéticas cuja estratégia passa também por uma crítica cerrada da impressa e televisão brasileiras, consideradas o braço midiático das reivindicações do mercado. Tratando-se de uma dissertação por projecto, esta assenta igualmente numa prática de experimentação e produção artística, da qual resultaram três projectos -- Esquina Democrática, O Papel Que Me É Dado pelo Estado, Sem Título e Sem Autor – desenvolvidos a partir das reflexões críticas e teóricas abordadas ao longo da investigação. |
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