Publicação
Impacto dos incentivos europeus para I&D na competitividade das PME portuguesas
| Resumo: | A presente dissertação tem como principal objetivo avaliar se os incentivos europeus que as PME portuguesas recebem para investir em I&D tornam, de facto, essas empresas mais competitivas. Desta forma, foram recolhidos dados empresariais de 151 PME que receberam incentivos para I&D do COMPETE – Programa Operacional Fatores de Competitividade para o período de 2007- 2013. De acordo com a literatura económica, o retorno do investimento em I&D feito pelas empresas pode não ser imediato, podendo não se observar resultados na competitividade das empresas nos primeiros anos. Com base numa metodologia de análise gráfica e econométrica de dados em painel, este estudo conclui que os incentivos referidos só começam a repercutir um efeito positivo na competitividade empresarial a partir do terceiro ano após o investimento em I&D. |
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| Autores principais: | Abrantes, Liliana Sofia Martins |
| Assunto: | Competitividade das empresas Financiamento comunitário Economia Pequenas e médias empresas - Portugal |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | A presente dissertação tem como principal objetivo avaliar se os incentivos europeus que as PME portuguesas recebem para investir em I&D tornam, de facto, essas empresas mais competitivas. Desta forma, foram recolhidos dados empresariais de 151 PME que receberam incentivos para I&D do COMPETE – Programa Operacional Fatores de Competitividade para o período de 2007- 2013. De acordo com a literatura económica, o retorno do investimento em I&D feito pelas empresas pode não ser imediato, podendo não se observar resultados na competitividade das empresas nos primeiros anos. Com base numa metodologia de análise gráfica e econométrica de dados em painel, este estudo conclui que os incentivos referidos só começam a repercutir um efeito positivo na competitividade empresarial a partir do terceiro ano após o investimento em I&D. |
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